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SE: sete cidades na lista de locais sem médicos



26/11/2008
Sete municípios sergipanos estão na lista das cidades brasileiras sem médicos: Amparo do São Francisco, Cumbe, Macambira, Malhada dos Bois, Pedra Mole, Santa Rosa de Lima e São Francisco. A relação foi divulgada esta semana pelo Ministério da Saúde, durante encontro da Global Health Workforce Alliance, órgão da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em todo o país, são 455 municípios nessa situação, o que representa 8,18% do total de 5.560 cidades brasileiras. Em Sergipe, esse percentual é ainda maior: 9,33%.

Mesmo sendo o menor Estado da Federação, Sergipe responde por 6% do total de municípios do Nordeste sem médicos. A região lidera a lista do país, com 117 municípios sem esses profissionais de saúde. O levantamento foi feito com base em dados de outubro de entidades como o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (Cnes) e a Universidade Federal de Minas Gerais.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed/SE), José Menezes, não é nenhuma novidade a notícia de que alguns municípios no Estado não têm médico. O descaso das autoridades municipais para com a categoria depois da municipalização da saúde e a conseqüente falta de condições de trabalho para esses profissionais permanecerem nas cidades são as principais causas apontadas por ele para a ausência de médicos nesses municípios.

José Menezes citou o exemplo de um médico sindicalizado, que exercia suas atividades na cidade de Santa Rosa de Lima e deixou o emprego diante da falta de condições de trabalho e perseguições que sofria lá. "Quando ele foi aprovado no concurso para trabalhar em Aracaju, disse que a sensação era de ter tirado as algemas, por conta das condições de trabalho que tinha lá", contou.

O presidente do Sindimed/SE acredita, no entanto, que esse mesmo problema aconteça em outros municípios além dos sete citados. "Essa situação é agravada neste final de mandato de alguns prefeitos, porque os que perderam a eleição praticamente abandonaram as cidades", disse José Menezes. Ele citou o exemplo do município de Lagarto, que embora não figure na relação divulgada pelo Ministério da Saúde, tem vivido uma situação crítica na saúde. "Não tem quem queira trabalhar sem condições e sem estímulo", completou.

Fonte : Site do Sindicato dos Médicos de Sergipe, com edição de Denise Teixeira



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