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Projeto piloto de aten??o integral a portadores de anemia falciforme ? implantado em seis capitais



21/03/2005
Bras?lia ? Para garantir tratamento especializado aos portadores de anemia falciforme, o Minist?rio da Sa?de est? implementando em seis capitais brasileiras ? Bel?m, Belo Horizonte, Campo Grande, Porto Alegre, Recife e Salvador ? o projeto piloto do Programa Nacional de Aten??o Integral aos Pacientes Portadores de Hemoglobinopatias ? anemia falciforme e talassemia.



A anemia falciforme ? uma doen?a gen?tica e heredit?ria, com maior incid?ncia entre negros. De acordo com a coordenadora do programa, Joice Arag?o, um em cada mil nascidos vivos ? portador de anemia falciforme. A doen?a ? caracterizada pela altera??o das hem?cias ? c?lulas vermelhas do sangue que transportam oxig?nio ? e a muta??o faz com que as c?lulas sang??neas "entortem" e deixem de exercer sua fun??o. "A hem?cia assume a forma de uma meia lua, de foice, por isso, o nome falciforme. Com isso, ela n?o circula tranq?ilamente pelos vasos e faz obstru??es, n?o oxigenando os tecidos direito", explica Joice.



Dores, icter?cia, infec??es, ?lcera nas pernas s?o alguns dos sintomas da doen?a. Por n?o haver atendimento especializado, muitos pacientes obtinham diagn?sticos equivocados da doen?a. Para a coordenadora Joice, esse programa ? um meio de melhorar o atendimento da popula??o negra no sistema de sa?de. "O projeto tenta levar a quest?o de uma pol?tica de aten??o integral ao paciente. Vamos organizar uma rede de assist?ncia, para que o atendimento fique mais pr?ximo. Vamos ver o perfil dos funcion?rios que v?o atender esses pacientes, qual aten??o deve ser dada a ele. A id?ia ? a gente trabalhar integralmente com esses pacientes dentro das estruturas locais."



Em dezembro de 2004, uma portaria do Minist?rio da Sa?de determinou que a Coordena??o da Pol?tica Nacional de Sangue e Hemoderivados deveria "incorporar definitivamente a gest?o da assist?ncia hematol?gica e hemoter?pica, integrando as a??es e iniciativas ? l?gica do modelo assistencial do SUS". Para isso, destinou R$ 6,4 milh?es do or?amento para capacita??o de profissionais, compra de rem?dios e equipamentos necess?rios para implementa??o do projeto.



Uma em quatro crian?as falc?micas morre antes do quinto ano de vida por infec??es que poderiam ter sido tratadas. De dez portadores da doen?a, sete n?o vivem mais do que 30 anos. A anemia falciforme ? uma doen?a que tem tratamento, mas para ser eficaz, Joice lembra que ? importante diagnosticar e tratar desde cedo. "Pelo teste do pezinho, que se faz quando a crian?a nasce, j? podemos identificar a presen?a da doen?a e come?ar a cuidar. ? importante fazer o tratamento desde pequeno porque proporciona melhor qualidade de vida."



Segundo a coordenadora do programa, tamb?m ? fundamental esclarecer a diferen?a entre anemia falciforme e tra?o falciforme. "Quando se herda apenas um gene alterado, a pessoa n?o tem a doen?a, tem o tra?o. ? importante que ela saiba disso, para quando tiver um filho saber o que significa e os cuidados que tem que tomar", diz. Joice explica que duas pessoas que possuam "tra?o",possivelmente, v?o gerar um filho com a doen?a falciforme, que dever? ter orienta??o e acompanhamento do m?dico desde o nascimento

Fonte : Ag?ncia Brasil - 21/03/2005



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