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Rio Grande do Sul: Prefeitura de Porto Alegre admite reconsiderar insalubridade aos médicos do Hospital de Pronto Socorro



06/07/2009
A Prefeitura de Porto Alegre aceita reconsiderar as reduções nos adicionais de insalubridade pagos aos médicos e trabalhadores do Hospital de Pronto Socorro (HPS), permanecendo o índice de 40% aos profissionais. A garantia foi dada pelo secretário de gestão, Clóvis Magalhães, durante reunião realizada na noite desta segunda-feira, 29, no hospital. "Os funcionários devem trabalhar para que o município formule sua própria lei, regulamentando a questão da insalubridade e evitando o uso de normas federais nos futuros casos, em virtude dos riscos que isso acarreta", destaca o representante do Sindicato Médico do RS (SIMERS), Jorge Eltz.

O recuo do governo ocorreu devido aos vários protestos dos servidores, insatisfeitos com a medida. Entre eles está o diretor geral do HPS, Paulo Roberto Azambuja, há 34 anos na instituição. "Sempre recebi 40% de insalubridade e, como passei a uma função administrativa, o índice do adicional aplicado ao meu salário foi reduzido, mas percorro as UTIs e diversas salas verificando o atendimento a pacientes", explica. O médico aproveitou a oportunidade para entregar ao secretário uma série de documentos, assinados por chefes de setor, solicitando reconsiderações nos graus do adicional.

O descontentamento dos cerca de 800 profissionais do HPS iniciou há alguns meses, quando peritos municipais elaboraram um novo laudo técnico, em substituição ao antigo, diminuindo os graus dessa vantagem recebida por funcionários em vários setores. Mais de 80 funcionários já foram afetados pela ação. "As pessoas podem pedir reconsideração da análise de insalubridade já feita e avaliaremos", admitiu Magalhães. Para o secretário, embora o laudo novo esteja de acordo com a lei, as circunstâncias particulares do hospital permitem a introdução de elementos que estão além da lei, no texto das portarias a serem publicadas sobre o assunto.
Fonte : Imprensa SIMERS



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