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RS: sindicato pede apoio dos vereadores para criação da carreira médica na capital



16/09/2009
O Sindicato Médico do RS (SIMERS) pediu aos vereadores da Capital que intercedam junto à Prefeitura para a criação de um Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos (PCCV) específico à categoria. A solicitação foi feita em reunião realizada na manhã de hoje, 15, pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Casa, no Plenário Ana Terra, que vai solicitar o mais rápido possível agendas com as Secretarias Municipais de Administração e Saúde, para garantir agilidade na criação da carreira de médico no quadro da Capital. "O modelo de projeto foi apresentado ao gestor em janeiro deste ano e até agora somente uma reunião foi realizada. Enquanto isso faltam médicos na rede básica e as pessoas estão sem assistência", reforçou o representante do sindicato, Jorge Eltz.

Paralelo ao debate, a Cosmam ainda propôs que o SIMERS integre o grupo de trabalho que estuda a viabilidade de um plano para todos os servidores municipais da saúde, composto por membros da administração e ainda por dois vereadores da situação, dois de oposição, Conselho Municipal de Saúde (CMS) e Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa). "Vamos pedir ao Executivo que haja o mais rápido possível, para evitar que a Saúde entre em colapso em Porto Alegre", destacou o presidente da Comissão, vereador Carlos Todeschini.

Na abertura do debate, Jorge Eltz apresentou aos presentes, entre eles vários colegas que atuam na Prefeitura, a realidade enfrentada na Capital, que hoje conta com cerca de 1.500 médicos. Eltz destacou a falta de profissionais, desestimulados com a precariedade na estrutura e a baixa remuneração. Sem falar na redução drástica no número de especialistas, com várias aposentadorias sem reposição. "O salário chega a ser menor do que de outras categorias e isso resulta na falta de médicos nos postos e na demora para consultar com especialistas, que levam meses e até mesmo anos", frisou o médico.

O diagnóstico da situação médica em Porto Alegre foi corroborado pela representante da Secretaria Municipal de Administração, Rita de Cássia Eloi. Segundo ela, em 2009 foi feita uma análise de como se encontravam os médicos municipários, perfil apresentado ao prefeito Fogaça em julho, que pediu estudos mais aprofundados para a viabilização do PCCV. "Nos concursos feitos, há especialistas que nem chegam a assumir e verificamos defasagem salarial em relação a outras categorias", afirma.

O SIMERS buscou o apoio dos vereadores e realizou várias visitas aos parlamentares, levando a cartilha elaborada a partir do modelo desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O texto acompanha as características locais, para garantir a criação da carreira de médico no quadro municipal, com a fixação de piso salarial e valorização do tempo de formação, além da regulamentação de carga horária mensal com 20 horas. Desde 2003, o sindicato luta para tornar o PCCV realidade na Capital.
Fonte : Imprensa Simers



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