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Pernambuco: médicos e centrais sindicais defendem divisão igualitária para exploração do pré-sal



25/09/2009
A briga pela divisão igualitária para exploração de petróleo na camada pré-sal, foi discutida nesta quinta-feira, dia 24/09, entre as centrais sindicais (CUT, CTB, CGBT, UGT, Força Sindical, Nova Central, Conlutas e Intersindical), sob a coordenação do Sindicato dos Médicos (Simepe), no auditório do Memorial da Medicina de Pernambuco.

Os vários representantes sindicais explanaram seus pontos de vista, que no geral chegou a um consenso único, o petróleo encontrado em território nacional pertence a todos os brasileiros. Os sindicalistas defendem que é preciso envolver os movimentos sociais, especialistas, técnicos, entre outros, visando o entendimento e a unificação de que os recursos do pré-sal sejam destinados prioritariamente para políticas públicas que combatam as desigualdades sociais - educação, saúde, assistência à saúde, meio ambiente, segurança e pesquisa, entre outras.

O presidente do Simepe, Antônio Jordão, fez um demonstrativo relacionando onde estão localizados os principais centros de desenvolvimento do País. Estados como Rio De janeiro, São Paulo e outros estados do Sul englobam maior parte do financiamento público e privado. O petróleo está em território brasileiro. É nosso direito", disse. Além disso, indicou duas propostas "Ou se divide por partes iguais os recursos do petróleo, ou se destina mais aos que tiverem maio necessidade", argumentou.

Para os sindicalistas os royalties não podem ficar apenas concentrados numa parte do País, porque vêm de uma riqueza que pertence à nação brasileira. Eles devem ser entendidos e aplicados como iniciativa de redução de desigualdades entre os estados da federação. As regras atuais geram afastamento dos recursos. A luta é para com isso, ter a possibilidade de tentar por um fim a desigualdade, principal fator que leva ao crescimento do desemprego, da fome e da miséria sócia e da violência.

O representante do Conlutas, Jair Pedro, levantou a preocupação com a questão ambiental não deve se colada de lado. "Temos que acompanhar isso", acrescentou. Já o presidente da CUT-PE, Sérgio Goiana, solicitou unir forças, para impulsionar a luta em defesa dos royalties, além disso, levantou a bandeira "Petrobras 100%estatal. Embasada nas discussões, a diretora do Simepe, Tilma Belfort, levantou outro ponto importante que merece e solicitou o apoio de todos da sociedade, a luta pela não implantação das Organizações Sociais (OS) na gestão do Hospital Metropolitano Norte Miguel Arraes e das novas Unidades de Pronto Atendimento.

Diante do desejo de traçar uma estratégia forte e eficaz para levantar o movimento em defesa dos royalties para todos, as centrais sindicais decidiram aprofundar mais o debate e possivelmente gerar um movimento de rua. Além disso, ficou aprovado o encaminhamento de um abaixo assinado ao Congresso Nacional em cima do projeto de lei popular a ser definido em reuniões como esta, nas próximas semanas. Os sindicalistas se colocaram absolutamente contra a terceirização e anunciaram o apoio em luta da não implantação das OS. Na próxima segunda-feira (28), os representantes sindicais se reunirão no Simepe, às 10h, para estabelecer os passos dessa luta em prol da divisão correta do Pré Sal.
Fonte : Assessoria de Imprensa do Simepe



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