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Minas Gerais: sindicato apresenta denúncias contra precariedade da Saúde em 13 municípios do Estado



21/10/2009
O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG) apresenta nesta quarta-feira, 21 de outubro, ao Ministério Público, 13 denúncias contra situações que comprometem o atendimento de saúde à população e põe em risco o trabalho do médico em Belo Horizonte e municípios do Estado.

O ato faz parte das ações do sindicato para chamar a atenção das autoridades, e sociedade, no Dia Nacional de Luta em Defesa do SUS (um dos eventos da Semana do Médico), sobre a grave situação de hospitais públicos e, principalmente, unidades de emergência e urgência.

Na última segunda-feira (19/10), no intuito de comunicar sobre as denúncias e pedir o apoio dos representantes do Ministério Público à causa da saúde, o presidente do sindicato, Cristiano da Matta Machado, reuniu-se com o procurador-geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Alceu Marques, e com o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do Ministério Público de Minas Gerais, Gilmar de Assis.

No documento que será entregue ao MP, com denúncias contra o município de Belo Horizonte, "os médicos relatam as dificuldades que vêm sofrendo junto às unidades, denunciam a falta de materiais e medicamentos para a adequada assistência ao paciente; falta Saturímetro. Monitor de E.C.G, aparelhos de P. A; máscaras para nebulização, espaçadores, fita de glicemia, bomba de infusão, além de medicamentos básicos. O péssimo estado de conservação dos aparelhos, os aparelhos de Raio – X, como exemplo, em muitas das Unidades, apresentam defeitos com freqüência, e, mesmo quando funcionam, revelam imagens de qualidade ruim, prejudicando muitas vezes o diagnóstico".

E continua: "A falta de equipamentos cria problemas gravíssimos no atendimento, muitas vezes impossibilitando os procedimentos necessários ao tratamento. O tempo de espera por atendimento é longo, alguns pacientes ficam dias aguardando internação em razão de não haver leitos suficientes à procura".

No município de Contagem, por exemplo, o sindicato denuncia a falta crônica de médicos, principalmente nas UAIs - Unidades de Atendimento Integrado - e a carência de especialistas no único hospital da segunda maior cidade do Estado.

Segundo Cristiano da Matta Machado, presidente do Sinmed-MG, "o sindicato, no intuito de garantir um atendimento digno à população e resguardar a segurança e a integridade dos profissionais médicos", tem usado de vários instrumentos para denunciar as precariedades do sistema de saúde sem ter alcançado êxito.

Paralisações no Dia Nacional de Mobilização do SUS

Dando continuidade ao protesto contra as más condições de trabalho e desvalorização profissional, os médicos do HPS João XXIII vão prosseguir com o movimento iniciado na úlitma terça-feira (20/10), de triagem especial na porta do hospital, para atendimento apenas das emergências de traumas, intoxicações e queimaduras. A iniciativa termina às 7 horas da manhã de sexta-feira, 23 de outubro.

Os pediatras do Hospital Infantil João Paulo II (antigo CGP) também vão paralisar as atividades dia 21, a partir das 7 horas, para atendimento somente das urgências e emergência e também estarão na porta do hospital fazendo a triagem de pacientes.
Fonte : Imprensa Sindmed-MG



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