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MG: maternidade Odete Valadares mantêm mobilização da categoria, que luta por melhores condições de trabalhos e salários



09/11/2009
Reunidos em Assembléia Geral Extraordinária (AGE), dia 5 de novembro, no auditório da própria maternidade, os médicos da Maternidade Odete Valadarese (MOV) deliberaram por manter o movimento de mobilização da categoria, que luta por melhores condições de trabalho e salários. A AGE foi conduzida pelo diretor de comunicação do Sinmed-MG, Fernando Mendonça, e contou com a participação da advogada do sindicato Bárbara Perini.

No dia 30 de setembro, após a realização da primeira assembléia na MOV, o sindicato encaminhou ao presidente da Fhemig, Luís Márcio de Araújo Ramos, um ofício com a pauta de reivindicações da unidade, com prazo de resposta até o dia 15 de outubro. Em 5 de novembro, o vice-presidente da Fhemig, Christiano Cañedo, afirmou que daria uma resposta ao presidente do Sinmed-MG, Cristiano da Matta Machado, o que efetivamente não aconteceu.

Entre os problemas relatados pelos médicos, estão inúmeras situações de sobrecarga de trabalho e irregularidades como equipes incompletas, plantões descobertos, escalas desfalcadas, equipamentos danificados e sem manutenção, entre outras situações adversas que dificultam a assistência médica de qualidade. Além de condições de trabalho, os médicos da maternidade reivindicam o salário mínimo profissional defendido pela Fenam para a jornada de trabalho de 20h e os mesmos valores das gratificações de urgência e emergência concedidos aos médicos do HPS João XXIII.

Além da comissão de mobilização, foi formada uma comissão interna, que será responsável pela discussão da pauta de negociações com a nova diretoria e definição das ações estratégicas. Como a maternidade só atende urgência ginecológica, uma das propostas de mobilização é focar o atendimento na urgência obstétrica.

Foram distribuídos cartazes e panfletos aos médicos, orientando aqueles que cumprem jornada de trabalho compreendida no período das 22h às 5h, seja por escala de plantão ou por determinação do regime jurídico ao cargo ocupado, e não recebem o adicional noturno, a procurarem o departamento jurídico do Sinmed-MG munidos dos seguintes documentos: cópia dos seis últimos contracheques e certidão que comprove o trabalho noturno.

Ficou decidido que o sindicato deverá elaborar um novo ofício, a ser encaminhado para o presidente da Fhemig, Luiz Márcio de Araújo Ramos, com cópia para a direção da maternidade, exigindo reunião imediata, tendo em vista a nova AGE marcada para o dia 26 de novembro, quinta-feira.
Fonte : Sinmed/MG



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