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RS: médicos da Capital recusam abono e exigem seriedade da Prefeitura



14/06/2010
Os médicos municipários e municipalizados de Porto Alegre recusaram o abono apresentado pela prefeitura. A categoria, que fez asembleia na noite da última quinta-feira, dia 10, considerou a proposta ofensiva por não assegurar recuperação da remuneração e valorização do trabalho e responsabilidade dos profissionais na assistência a pacientes. O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) comunicará até esta segunda-feira, dia 14, a decisão a secretários e ao prefeito.

Os mais de 1,4 mil médicos exigem nova proposta e reforçam a reivindicação de valor que eleve os vencimentos ao patamar do piso médico nacional, de R$ 7 mil. A plenária decidiu que haverá assembleias semanais na sede do Sindicato todas as quartas-feiras. Estudo do SIMERS revela que a prefeitura tem capacidade financeira para aumentar o abono sem comprometer o limite de gastos impostos por lei. Este ano o município elevou em 2,5 vezes as gratificações de apenas 184 servidores das áreas da Receita, assessoria jurídica e procuradoria, cujo impacto total nas despesas anuais é o mesmo da oferta feita agora aos médicos. "Queremos a mesma valorização. A formação médica e a responsabilidade validam nossa reivindicação", defende o presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes.

Atualmente, o piso de ingresso do médico para atuar em postos, prontos atendimentos e hospitais municipais é de quase R$ 1,5 mil para 30 horas. Argollo destaca que a categoria intensificará a mobilização, com denúncias das péssimas condições para exercício da Medicina em diversas unidades do SUS que prejudicam a assistência à população.

"Propostas como esta que foi feita pelo prefeito José Fortunati agravarão a expulsão de médicos da saúde pública. Infelizmente, os pacientes continuarão a enfrentar filas para consultas com especialistas e cirurgias, um sofrimento evitável", advertiu Argollo. O dirigente comleta que os médicos têm resistido à paralisação que o município impõe ao SUS devido aos graves problemas.

Informações do Sindicato apontam para mais de 70 vagas ociosas para médico no HPS, 20% do quadro, além da falta de itens como respiradores. O Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul (PACS), a principal emergência SUS fora de hospital no Estado, enfrenta superlotação ante falta de leitos e médicos. Centros de especialidades, como o Postão do Iapi está sem pneumologista pediátrico.
Fonte : Imprensa/SIMERS



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