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MG: médicos residentes realizam nova manifestação no centro de Belo Horizonte



08/09/2010
Os médicos residentes de Minas Gerais fizeram nova passeata, nesta quarta-feira (8), na Av. Afonso Pena, saindo da Praça Sete, dando continuidade à mobilização nacional da categoria para retomada das negociações com o MEC.

Em greve desde o dia 17, os residentes reivindicam o reajuste de 38,7% na bolsa-auxílio, sendo que mais da metade do índice (23%) se refere à parcela de um acordo firmado em final de 2006, com o Ministério da Educação (MEC), e que até hoje não foi honrado. A bolsa é única ajuda de custo para a maioria dos residentes, que cumprem jornada de 60 horas semanais de formação em treinamento. Mas o governo federal insiste em oferecer 20% de reajuste, o que não é aceito pela categoria.

Na 6ª feira, dia 10 de setembro, às 10 horas, eles voltam a se reunir em Assembléia Geral, na Faculdade de Medicina da UFMG ( Av. Alfredo Balena)
Enquanto a greve está ganhando força em todo país, a categoria aposta na reabertura da mesa de negociação com o MEC e o MS. O núcleo de negociação, com a participação dos estados, entregou uma contraproposta ao governo de 28,7% de reajuste na bolsa. No entanto, o governo manteve os 20% de reposição oferecidos.

No dia 1º de setembro, os médicos residentes ganharam o apoio do vice-presidente da República, José de Alencar, que recebeu a direção da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde passa por exames de rotina.

Enquanto recebia os residentes, o vice-presidente telefonou para os ministros da Saúde, José Gomes Temporão, da Educação, Fernando Haddad, do Planejamento e Gestão, Paulo Bernardo, e solicitou o empenho de todos para solucionar o impasse, além do agendamento de audiências. Durante os contatos, o vice-presidente ressaltou a importância da categoria para a assistência à saúde, a pertinência das reivindicações frente a seus possíveis impactos orçamentários e a necessidade de dialogar e pôr fim a esse impasse.

Minas Gerais possui atualmente cerca de 2.700 residentes, responsáveis por até 70% dos atendimentos em grandes hospitais públicos do Estado. 100% do total de residentes estão de braços cruzados, mantendo apenas o atendimento aos casos de urgência e emergência. Na capital, hospitais como o Hospital das Clínicas (HC), Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), Santa Casa de BH, Hospital da Baleia, Hospital Semper, Hospital Odilon Behrens aderiram à greve. Em outras cidades mineiras como Alfenas, Pouso Alegre, Juiz de Fora, Itajubá, Uberaba a mobilização também é intensa.

Os médicos residentes também reivindicam pagamento do auxílio-moradia e auxílio-alimentação, conforme estabelece a Constituição Federal; instituição da 13ª bolsa-auxílio; e extensão da licença-maternidade para seis meses.
Fonte : Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), com informações da ANMR



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