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RS: sindicato adere ao movimento contra CPMF e diz que tributo é imoral



23/11/2010
O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) aderiu ao movimento contra a volta da CPMF, lançado na última segunda, 22, pela OAB gaúcha e com participação de inúmeras entidades. O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, considerou imoral a proposta de retomar a cobrança, que vigorou até 2007. Argollo qualificou de torpe a atitude dos defensores da CPMF, pois "se utilizam do sofrimento das pessoas que não têm acesso à assistência para propor a contribuição".

Para o dirigente, a sociedade não pode ficar silenciosa diante da tentativa, de setores ligados ao governo e governadores eleitos nos estados, de impor a taxação. Argollo aproveitou para criticar o atual sistema de gestão, alertando que a municipalização da saúde fracassou devido à concentração de recursos, que são escassos, na União. Também criticou o modelo, oriundo da reforma sanitária, que prega maior ênfase à prevenção em detrimento da rede de tratamento e estrutura hospitalar.

O presidente do SIMERS citou ainda a luta para implantar a carreira de estado para os médicos, único caminho para garantir profissionais no Interior. O dirigente defendeu o ingresso na carreira por concurso público e alertou para o avanço das fundações estatais de direito privado, caminho para a privatização do SUS e porta aberta à corrupção.

O evento de lançamento da mobilização Agora chega! Diga não a CPMF reuniu entidades ligadas a médicos (SIMERS e Cremers), engenheiros e arquitetos (CREA-RS), empresários (Fecomércio e Federasul), sindicatos (Força Sindical) e Imprensa (Associação Riograndense de Imprensa). Pelo site www.agorachegacpmfnao.com.br, as pessoas poderão se cadastrar no abaixo-assinado online. O endereço poderá ser acessado a partir de quarta, segundo a OAB-RS.

O presidente da ordem gaúcha, Claudio Lamachia, destacou que a nação não aguenta mais "uma carga tributária que é das maiores do mundo, em troca de serviços absolutamente insatisfatórios, a exemplo do caos que ocorre na saúde". Ele defendeu a promoção de uma ampla reforma tributária e melhor gestão das verbas públicas.

O presidente do Cremers, Fernando Mattos, pediu apoio das entidades para pressionar o Congresso Nacional, que até hoje não regulamentou a Emenda Constitucional 29, com percentuais mínimos a serem destinados à saúde.
Fonte : Simers



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