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AL: secretário de gestão descarta concurso e aumento salarial para médicos



10/12/2010
Os médicos que desejarem permanecer no serviço público em Alagoas vão ter de se mobilizar para enfrentar a política de privatização da saúde, que está sendo posta em prática pelo atual governo. Na última quarta-feira (7), em entrevista ao programa Almoçando com a Notícia, da TV Mar, o secretário da Gestão Pública, Guilherme Lima, disse que o Estado não vai dar reajuste salarial aos médicos e nem realizar concurso público para suprir as carências em várias especialidades.

De acordo com o secretário, o Estado vai prosseguir implementando o "novo modelo de gestão" do setor: a terceirização da administração dos hospitais, ficando a contratação de profissionais a cargo das empresas - as tais organizações sociais de saúde.

Desde fevereiro, o Hospital de Urgências e Emergências (Ex-HGE) e a UE do Agreste já são administradas por uma dessas empresas, a Pró-Saúde, cuja contratação, de acordo com o DOE de 3/2/2010, dispensou a realização de licitação. O contrato, de R$ 2,98 milhões, com duração de um ano, é renovável indefinidamente.

A situação atual do ex-HGE, como também da UE do Agreste, mostra que o tal novo modelo de gestão pode estar custando caro aos cofres públicos, mas não é exatamente um modelo de eficiência. Nos dois hospitais, que são as únicas emergências públicas de Alagoas, as condições de trabalho e assistência à população pioraram bastante, desde que a Pró-Saúde entrou na jogada.

Até mesmo o efetivo de médicos vem diminuindo progressivamente, já que além das demissões voluntárias de médicos efetivos, os prestadores de serviço passaram a abrir mão do trabalho no Estado. O motivo é o atraso no pagamento dos serviços prestados, além dos valores estarem sempre em desacordo com o que foi combinado.

Além de recorrer à justiça contra a privatização da Saúde, o Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) pretende mobilizar os médicos para que lutem pelos seus empregos, e também por respeito profissional e remuneração digna. A categoria deve recusar propostas de trabalho das organizações sociais e brigar por concurso público.
Fonte : SINMED/AL



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