Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

PI: médicos são excluídos da Câmara Estadual de Combate ao Crack



01/02/2011
O governador do Piauí, médico Wilson Martins, ex-presidente da Associação Piauiense de Medicina, instalou na semana passada a Câmara Estadual de Combate ao Crack e outras Drogas, comissão que reúne órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, além de instituições de ensino e entidades da administração pública e da sociedade civil, bem como a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí. Entretanto, o governador não incluiu a classe médica no combate a essa epidemia de crack que se instalou no Estado e que é, sobremaneira, um problema de saúde pública.

As entidades médicas : Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI), Conselho Regional de Medicina (CRM) e Associação Piauiense de Medicina (ASPIMED), não receberam convite para compor a referida Câmara. Ressalta-se por mérito e consideração que, nem mesmo a Associação de Psiquiatria foi convidada para tal comissão.

"Entendemos que o consumo, o tratamento e as consequências do uso do crack constituem um grande problema, que só pode ser solucionado por meio de esforço conjunto de toda sociedade. E nós médicos temos papel fundamental na elaboração de ações preventivas e terapêuticas que subsidiem o tratamento dos dependentes dessa droga. De toda forma, a população tem no médico um responsável legal pela assistência a esta problemática, tendo em vista ser um problema de saúde pública", explica Lúcia Santos, presidente do SIMEPI.

O tema crack tem sido bastante debatido nos encontros médicos realizados em todo o país. No final do ano passado o Conselho Federal de Medicina (CFM) promoveu o I Fórum Nacional sobre Aspectos Médicos e Sociais Relacionados ao Uso do Crack. No evento foram discutidos aspectos técnicos e éticos do consumo e do tratamento do usuário, o papel institucional do Estado, as propostas dos Ministérios da Saúde e da Educação para o combate ao crack, entre outros assuntos.

"O consumo, tratamento e conseqüências do uso dessa droga constituem um problema multidisciplinar. Se não há a presença do médico para lidar com quadros de gravidade, que necessitam de intervenção médica, estamos vulnerabilizando a saúde da população", ressalta o presidente do CRM/PI, Fernando Gomes Correia Lima.
Fonte : Simepi



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 796 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade FENAM
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da FENAM




Enquete

Você é filiado ao seu sindicato?


Não
Sim
Opa, selecione uma op��o.









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)