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DF: sindicato acompanha situação em UPA de Samambaia



14/03/2011
O presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, o vice-presidente, Gustavo Arantes, a diretora de relações intersindicais, Raquel Carvalho de Almeida, e o diretor de assuntos acadêmicos, Lineu da Costa, visitaram, em fevereiro, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada na quadra 107 de Samambaia Sul, oito dias após a inauguração, no dia 15 de fevereiro.

Recebidos pelo diretor regional de saúde de Samambaia, Manoel Fontes, e pelo gerente da UPA, Bruno Coutinho, os representantes da classe médica foram conhecer a real situação da unidade e as condições de trabalho dos profissionais médicos transferidos do hospital para trabalhar no local.
Coutinho, que assumiu a gerência da unidade no início daquela semana, tem buscado solucionar os problemas surgidos no início do atendimento. Logo no primeiro dia, os profissionais tiveram demanda 14% maior que a capacidade da UPA, prevista entre 301 a 450 atendimentos a cada 24 horas. Cada turno de atendimento deveria contar com três clínicos, três pediatras e dois ortopedistas (um à noite). Entre os pediatras e clínicos, dois atendem as consultas e um cuida das pequenas enfermarias. No dia da visita, entretanto, havia apenas dois pediatras e dois clínicos.

UPA de porte III, com 1.300 m2, a unidade também conta com um profissional para atendimento odontológico de emergência, sala de raio-X e laboratório para exames básicos. No caso de exames de patologia clínica, a coleta é feita na UPA e a análise é feita no Hospital de Samambaia (HRSam). Situações como vans lotadas de pacientes vindos de Santo Antônio do Descoberto (GO) e viaturas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar levando vítimas de acidentes e de violência para a unidade criaram confusão na primeira semana de funcionamento.

Em teoria, o fluxo de pacientes deveria ser organizado por meio do Serviço Móvel de Urgência (Samu). Segundo Coutinho, isso ocorreu por desinformação das corporações e da comunidade acerca da proposta de funcionamento da UPA. Ele ressaltou que a situação foi contornada na semana da visita por meio de conversa com os comandos dos Bombeiros e da PM. "Houve um dia em que tivemos três casos de parada cardíaca", relatou o gerente, esclarecendo que isso está além da capacidade de atendimento da unidade.

O sistema de classificação de risco é outro fator que confunde pacientes, que não compreendem porque alguns são atendidos antes de outros, sem respeito a uma ordem de chegada. A queixa acaba recaindo sobre o médico.
Fonte : SindMédico-DF



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