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RS: sindicato obtém garantia de mais médicos para emergência do Hospital Centenário



13/05/2011
O Sindicato Médico do RS (SIMERS) obteve a promessa da prefeitura de São Leopoldo e da direção do Hospital Centenário de que serão contratados plantonistas para assistir pacientes graves mantidos na sala de politraumatizados da emergência. A medida é apontada como prioritária pela entidade e deverá incluída no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que começou a ser discutido na última quarta, 11, na sede do MP leopoldense.

O acordo é proposto pelo Ministério Público e abrangerá medidas para a melhoria da estrutura de atendimento. O diretor do Sindicato Médico do RS (SIMERS), Fábio Gatti, ressaltou que será preciso definir cada item, a partir de vistoria já realizada, e incluiu como prioridades a ampliação de profissionais, reforma das instalações e aquisição de equipamentos. Na próxima semana, uma comissão dará a largada na definição de procedimentos.

Uma das primeiras conquistas, ressaltou o dirigente, foi a garantia dada pelo prefeito Ary Vanazzi e pelos demais dirigentes, que estiveram na audiência, de que se buscará reforço de um médico especialista para a área de politraumatizados. Há hoje risco à vida de doentes que precisam estar acomodados em uma UTI, mas permanem no local por falta de vagas.

O TAC envolverá prefeitura, SIMERS, Associação dos Médicos do Centenário, Conselho Regional de Medicina (Cremers) e direção do hospital. "Vamos colaborar para construir um documento que garanta avanços na assistência da população", demarcou Gatti. Uma das metas do Sindicato é a valorização do corpo clínico. Na reunião, a direção do estabelecimento entregou documento com as escalas de plantões dos próximos 30 dias, solicitada pelas entidades e pela promotora Débora Rezende Cardoso.

Débora esclareceu que o TAC terá prazos de execução e, caso seja descumprido, ela poderá ingressar com ação civil pública contra a administração. O encontro foi convocado pela promotora, que já instalou diversos inquéritos civis públicos para investigar os problemas. O ponto de partida é uma vistoria feita pelo Cremers, em fevereiro, por solicitação dos médicos e de Débora.

Há duas semanas, o SIMERS e a promotora visitaram o local e constatatam condições adversas de atendimento e precariedade na área física, principalmente do telhado. O péssimo estado, que já ocasionou desabamentos, levou à desativação de alas do hospital, restringindo a oferta de leitos. A prefeitura anunciou, na semana passada, a abertura de licitação para a reforma.
Fonte : SIMERS



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