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AM: sindicato rejeita proposta do Grupo Unidas



07/07/2011
Terminou sem acordo a reunião, realizada na segunda-feira, 04, entre o Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) e os representantes do grupo Unidas. Um dos membros da diretoria do grupo fez uma explanação sobre as autogestões, e negou que os médicos que atendem pela operadora estejam sem reajuste há dez anos. "Atualmente está sendo utilizada a tabela da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) Plus, 3ª edição. Houve um reajuste que partiu dos próprios planos de autogestão, em outubro de 2010, no valor de 10,5% no valor da consulta", defendeu.

A proposta apresentada foi a partir de 1º de julho, o valor pago pelas consultas de R$ 44 passaria para R$ 46, em outubro. "Começaríamos com R$ 44 para absorver esse impacto, e, posteriormente aumentaríamos o valor para R$ 46, o que representaria um aumento de 20%, em 12 meses".

Antes de concluir, o representante do grupo Unidas pediu ainda que os médicos continuassem atendendo pela operadora durante as negociações com a classe médica.

O presidente do Simeam, Mario Vianna, prontamente negou a proposta do grupo, por considerar impraticável esse valor para os médicos. "Não existe a menor possibilidade de aceitarmos essa proposta, pois está totalmente aquém, uma vez que essa é a proposta feita pela operadora no ano passado. Logo, a idéia é continuar paralisado, e fazer o descredenciamento. E quando digo que não houve reajuste nos últimos dez anos, quero dizer que não houve um reajuste proporcional aos ganhos que os planos tiveram".

O médico lembrou ainda que a negociação com outras operadores e autogestão tem avançado, como no caso do Exército e da Marinha. "O fundo da reserva da Marinha e do Exército, que também são autogestões, se propuseram a pagar o valor da CBHPM atualizada. Ambos têm verbas limitadíssimas, inferior ao de outros serviços públicos, de uma maneira em geral".

O representante do grupo Unidas perguntou ao presidente do Sindicato, Mario Vianna, se a única proposta que seria aceitada pela categoria médica seria a da CBHPM atualizada, e prontamente o dirigente respondeu: "Tem que partir dela. Na verdade, ela é apenas um referencial, pois se o médico quiser cobrar além do que está imposto na tabela ele pode", explicou.

Foi decido então que as autogestões iriam apresentar no prazo de 48 horas uma nova proposta para o Simeam. O prazo expirou na última quarta-feira, 06.
Fonte : SIMEAM



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