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RS: mais um posto fecha após assalto na Capital



24/08/2011
Mais um posto foi alvo da ação dos assaltantes em Porto Alegre. Desta vez, foi a unidade de saúde da Avenida Ceres, no bairro Partenon. Com o ataque, ocorrido no começo da manhã desta terça-feira (23), o posto ficou fechado. Não havia guarda, apenas porteiro, que não tem condições e nem atribuição de agir como segurança.

O fato reforçou ainda mais os apelos do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) para a imediata colocação de seguranças em cada unidade, nas próprias do município e nas gerenciadas pela Fundação Cardiologia, responsável pelo programa Estratégia de Saúde da Família (ESF). Desde 2006, ocorreram 48 ataques a postos, sendo sete em 2011. Em 2010, uma médica da ESF foi baleada.

Nesta quinta (25), a partir das 9h, a cobrança por medidas que promovam maior segurança será feita em reunião de dirigentes do SIMERS com representantes da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da Fundação Universitária Cardiologia. O encontro será na sede da SMS, na Avenida João Pessoa, 325.

Outro tema do encontro igualmente importante será a melhoria na remuneração dos médicos das equipes da ESF da Capital. A categoria já tem assembleia marcada para a sexta (26), a partir das 18h30min, no SIMERS, na qual analisará indicativo de greve caso as negociações não avancem.

O Sindicato, representando os profissionais, ressaltará a necessidade de uma oferta para valorizar o grupo, ajustando os salários a realidade de municípios da Região Metropolitana e de outros estados. "Estamos tendo uma fuga de médicos. Os gestores prometeram elevar a R$ 10 mil e esperamos que eles cumpram esta meta", adverte a diretora do SIMERS Adriana Rojas.

Para a entidade, segurança e elevação dos vencimentos são decisivos para que a Prefeitura consiga preencher as vagas das novas equipes e das existentes (há mais de uma dezena sem médicos). "O Plano Cem, para reduzir a superlotação das emergências, considera o ESF vital para uma solução ao problema. O êxito desta meta depende das medidas concretas que a categoria terá dos gestores", acrescenta a diretora sindical.

As ocorrências em Porto Alegre:
2006: 13 ocorrências (11 em postos e 2 em hospitais)
2007: 9 ocorrências (postos)
2008: 10 ocorrências (7 em postos, 2 em hospitais e 1 ao SAMU)
2009: 3 ocorrências (postos)
2010: 6 ocorrências (postos)
2011 (até 23/8): 7 ocorrências (5 em postos e 2 em hospital)
TOTAL: 48 ocorrências

Fonte : Imprensa/Simers



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