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SP: rodízio por especialidade começa nesta quinta-feira


Foto: Divulgação/Internet
SP: rodízio por especialidade começa nesta quinta-feira
Ginecologia e Obstetrícia serão as primeiras especialidades a deixar de atender consultas e procedimentos eletivos por 72 horas.


31/08/2011
Ginecologia e Obstetrícia são as primeiras a suspender o atendimento a planos de saúde

Começa em 1º de setembro, quinta-feira, a suspensão do atendimento a usuários de 12 planos de saúde do Estado de São Paulo, em sistema de rodízio por especialidade. Ginecologia e Obstetrícia serão as primeiras especialidades a deixar de atender consultas e procedimentos eletivos por 72 horas, de 1 a 3 de setembro. O movimento dos médicos é nacional e o cronograma de paralisação é definido por Estado.

Os profissionais credenciados reivindicam melhores honorários e o fim das interferências abusivas que comprometem a assistência aos usuários do sistema suplementar de saúde.

No Estado de São Paulo, o rodízio sequencial de paralisação terá o seguinte cronograma:

1 a 3 de setembro – Ginecologia e Obstetrícia
8 a 10 de setembro – Otorrinolaringologia
16 a 19 de setembro – Cardiologia
14 a 16 de setembro – Pediatria
19 e 20 de setembro – Ortopedia e Traumatologia
21 a 23 de setembro – Pneumologia e Tisiologia
28 a 30 de setembro – Cirurgia Plástica

A Anestesiologia adere ao movimento, acompanhando essas especialidades nas cirurgias eletivas. A paralisação não afeta serviços de urgência e emergência. O rodízio atinge planos e seguros de saúde que até o momento não negociaram com as comissões regionais de honorários e são as seguintes:

Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Green Line, Intermédica, Mediservice, Notredame, Porto Seguro, Prosaude, Vale e Volkswagen.

Essas operadoras reúnem cerca de três milhões de usuários e dez mil médicos no Estado de São Paulo. Outras três empresas que entrariam no cronograma de suspensão - Care Plus, Cesp e Marítima - enviaram propostas em 9 de agosto, que estão em processo de avaliação. O movimento dos médicos paulistas é coordenado pela Comissão de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar, que reúne as grandes entidades do Estado – Associação Paulista de Medicina, Cremesp, Sindicato dos Médicos de São Paulo, Academia de Medicina e sociedades de especialidades. Além do rodízio por especialidade, em 21 de setembro será realizada uma paralisação nacional, por 24 horas, que pode atingir cerca de 20 planos de saúde de todo o país.

O presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior, criticou publicamente, em diversas ocasiões, a Agência Nacional de Saúde (ANS) por não cumprir o seu papel regulador do setor e não procurar intermediar as negociações entre médicos e empresas de saúde suplementar. Muitas lideranças médicas também criticaram a omissão da ANS.

“Nesse sentido, houve um avanço, pois a ANS e a Secretaria de Direito Econômico (SDE) divulgaram um comunicado conjunto, em 15 de agosto, reconhecendo que a Classificação Brasileira de Hierarquização de Procedimentos Médicos (CBHPM) pode ser usada como referência para as negociações de remuneração dos médicos que atuam no setor suplementar”, avaliou Azevedo. “Mas tanto os médicos como a sociedade ainda esperam uma atuação mais efetiva e justa da ANS”, concluiu Azevedo.

Fonte : Cremesp



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