Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

RR: médicos aguardam posição do novo Secretário de Saúde


Foto: CRM-RR
RR: médicos aguardam posição do novo Secretário de Saúde
Espera-se que a partir desta terça-feira (06), com a posse do novo Secretário da Saúde, seja informada alguma posição. Do contrário, será deflagrada uma greve.


06/09/2011
Após a reunião desta segunda-feira (05), a categoria médica continua no aguardo de uma resposta da prefeitura a respeito das demissões nas equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) no Estado de Roraima. Com o pedido de exoneração do Secretário de Saúde do Município, Robério Araújo, anunciado na última sexta-feira (02), os profissionais vão aguardar soluções após a posse do novo Secretário, o vereador Paulo Bastos Linhares.

Espera-se que a partir desta terça-feira (06), o novo gestor informe alguma posição sobre o caso. Do contrário, será deflagrada uma greve. Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos de Roraima, Wilson Franco, todos os profissionais da saúde já estão mobilizados em prol do atendimento à sociedade.

"No momento, há uma expectativa quanto à revogação das demissões sem o menor respeito e justa causa, e de um reajuste de R$ 6 mil para R$ 14 mil como pagamento por equipe. Caso não haja uma reversão neste quadro e, se for necessário, iremos nos movimentar de maneira mais agressiva. Primeiro acontece uma paralisação de advertência e depois, a greve geral. Mas nenhum profissional gostaria de uma situação desta, porque o maior prejudicado é população", declarou ele.

O encontro contou com a presença do Secretário de Comunicação da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Waldir Cardoso, que demonstrou o apoio da entidade ao movimento.

"A FENAM está bastante preocupada com o fechamento das unidades. Vamos acompanhar, inclusive com a presença de dirigentes, para ajudar os colegas no processo de negociação e eventualmente na coordenação da paralisação. É importante frisar que esperamos uma solução antes da necessidade de um evento que tenha tamanha repercussão."

Na penúltima reunião, realizada no dia 31 de agosto, foram discutidos os impactos que as demissões têm causado na capital. A situação é de calamidade. São aproximadamente 17 mil famílias sem assistência nos postos de saúde, o que está fora dos procedimentos recomendados pela portaria n°25 do Ministério da Saúde.

"Até agora está tudo parado e ninguém está trabalhando, porque não existe clima para isso. Os poucos médicos que continuam trabalhando tiveram uma redução de 30% no salário, em uma atitude ilegal", complementou o presidente do Sindicato dos Médicos de Roraima.
Fonte : Fernanda Lisboa



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1067 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade FENAM
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da FENAM




Enquete

Você é filiado ao seu sindicato?


Não
Sim
Opa, selecione uma op��o.









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)