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AM: sindicato emite nota aos médicos sobre paralisação do dia 21



16/09/2011
O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) protesta contra todos os planos de saúde que continuam ganhando muito, cobrando caro dos usuários e pagando pouco aos médicos, que são os profissionais que de fato executam a árdua e importante tarefa de cuidar da saúde da sociedade.

Em Manaus, o Simeam conseguiu negociar com algumas operadoras de saúde, mas os acordos aconteceram apenas verbalmente, e com valores precários, e as mesmas não fizeram questão de assinar nenhum contrato entre gestores e o sindicato, evitando assim estabelecer uma relação formal com o Simeam, que representa legalmente os médicos, não se comprometendo, assim, a pactuar reajustes programados, direitos, obrigações e a não interferência na relação médico-paciente.

Cansados de tanto descaso, de todas as operadoras de saúde, os médicos do Amazonas, através do Simeam, já ajuizaram uma ação de desequilíbrio econômico-financeiro contra alguns planos, inicialmente, e posteriormente deverá estender a todos os outros, baseado que nos últimos anos os planos reajustaram suas mensalidades em mais de 132% e o repasse aos honorários médicos não chegou a 50%.

No dia 21 de setembro em que pese a proposta nacional de paralisação, optamos por somente nos manifestarmos a sociedade e aos médicos, já que o Amazonas esteve, do dia 01/07 a 08/08 com o atendimento à saúde suplementar suspenso, deixando assim, a critério de cada médico e sociedade de especialidade a decisão de suspender o atendimento nos consultórios e clínicas. No dia 21, caso haja a paralisação de alguma especialidade, recomendamos, evidentemente, que as situações de urgência e emergência sejam preservados os atendimentos.

Alertamos aos usuários, que passem a exigir cada vez mais dos seus planos o atendimento integral à sua saúde e de seus familiares, não aceitando junto com seus médicos a interferência negativa dos planos na relação médico-paciente, falta de cobertura nos procedimento médicos, ausência de especialistas e outras desassistências, que se tornaram frequentes e que fazem diminuir a qualidade da saúde privada, que é paga, no mesmo nível ou pior que em algumas situações do próprio serviço público de saúde.

O Simeam continuará envidando esforços a nível regional e nacional, na esfera política e mesmo judicial, na defesa da valorização do trabalho médico e na busca de oferecer saúde de qualidade aos clientes da saúde pública e privada.
Fonte : SIMEAM



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