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RS: médicos da ESF da Capital fazem nova proposta para remuneração



19/09/2011
O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) protocola nesta segunda-feira (19) nova proposta de reajuste salarial para os médicos do programa de Estratégia de Saúda da Família (ESF) de Porto Alegre. Na assembleia da noite da última sexta (16), a categoria rejeitou a oferta da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que se baseia em repasse de um incentivo de 10% criado pelo Ministério da Saúde e que está associado a metas de desempenho, e no pagamento das correções previstas nas convenções anuais já acertadas com o setor patronal.

A diretora do SIMERS Adriana Rojas explica que o incentivo será pago a todos os profissionais que atuam na ESF, como enfermeiros e auxiliares. Faz parte do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde. Adriana considera o programa muito importante, mas lembra que os 10% não são incorporados aos salários. A dirigente lembra que o êxito também dependerá das condições oferecidas para atendimento, como estrutura física, segurança e acesso a exames e demais avaliações pedidas pelos médicos e que muitas vezes não estão disponíveis, o que pode gerar frustração nos usuários.

Os médicos propõem um aumento real que eleve o salário para, pelo menos, os parâmetros de outros profissionais que atuam na região metropolitana. Atualmente, os profissionais recebem na Capital R$ 6,7 mil, enquanto em outras cidades o salário chega a R$ 9 mil. "A reposição salarial que a prefeitura incuiu na proposta já é um direito dos médicos. Tem de ser paga independentemente da vontade ou não do gestor", justificou.

SEGURANÇA
A categoria reforçou na plenária que espera a colocação de guardas não armados e que estejam preparados para lidar com o público e que impeçam assaltos e agressões. O plano da prefeitura prevê a implantação de um projeto-piloto em nove postos, mas prevendo porteiros em vez de seguranças. "Vamos conversar com a Secretaria e ressaltar que as unidades necessitam de guardas preparados para atuar na garantia do acesso da população ao serviço e preservando condições de trabalho", definiu Adriana. Os casos de violência continuam a ocorrer e preocupam. Foram 50 desde 2006 somente na Capital.
Fonte : SIMERS



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