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RS: presidente do Simers quer médicos e prestadores unidos para negociar com planos



30/09/2011
O modelo de negociação estabelecido pelas entidades médicas e pelos prestadores de serviços para elevar a remuneração do IPERGS pode ser usado com os planos privados. A proposta é do presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), Paulo de Argollo Mendes, que ressalta a união dos segmentos como trunfo contra a política de exploração e desvalorização que as operadoras exercem no País.

Nesta quinta (29), o dirigente médico, o presidente da Federação dos Hospitais do Estado (Fehosul), Claudio Allgayer, e o deputado estadual Pedro Westphalen (PP) tiveram o trabalho na liderança do Grupo Paritário do IPERGS reconhecido pela Associação Gaúcha de Radiologia. Recentemente, a negociação resultou em reajustes de consultas e procedimentos, depois de três anos sem aumentos. O grupo existe desde 2006 e reúne SIMERS, Cremers, Amrigs, Fehosul e demais entidades ligadas a hospitais, laboratórios e clínicas.

"É um trabalho comprometido das entidades, que une médicos, hospitais, laboratórios e clínicas. É um exemplo e sinaliza que este é o caminho para futuras negociações, como a dos planos privados", projetou o presidente do Sindicato, comentando que o ato da associação ligada aos médicos da especialidade mostra o impacto dos resultados. "Sentamos todos na mesma mesa, para tratar das condições de cada segmento para prestar a assistência mais qualificada, com melhores recursos técnicos e de acordo com as necessidades dos pacientes."

O presidente da Fehosul, Claudio Allgayer, considerou a homenagem dos radiologistas um reconhecimento que "fortalece a luta por melhor remuneração". O dirigente citou que há grande dificuldade de buscar melhores condições dos contratos com as operadoras. Para Allgayer, a proposição de Argollo tem apoio do setor. "Na próxima semana, vamos reunir as entidades para começar a articular a estratégia", antecipou o presidente da Fehosul.

Médicos fizeram no dia 21 uma paralisação nacional para pressionar os planos a elevar a remuneração, que cada vez mais fica distante dos elevados ganhos do setor. No Estado, a adesão foi de mais de 90%. A Fehosul declarou apoio ao movimento. Allgayer citou que nos últimos dias surgiu a proposta de uma operadora ligada a um grande banco privado de reduzir valores das clínicas de radiologia. "Isso nunca ocorreu aqui. Não é proposta para manter valores, não para reduzir", surpreende-se o dirigente. "Temos de nos unir". Hoje há 18 mil empresas de saúde no Rio Grande do Sul e 35 operadoras privadas.
Fonte : SIMERS



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