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MG: médicos EFETIVOS de Santa Luzia fazem paralisação de 25 a 29 de outubro em defesa da implantação de plano de carreira e condições adequadas de trabalho



24/10/2011
Sem avanço nas negociações com a prefeitura e após realização de assembleia geral, no último dia 19, médicos efetivos de Santa Luzia deliberaram por paralisação de 25 a 29 de outubro. Das 7 horas da manhã de 25 de outubro até as 7h da manhã de 29, apenas os casos de urgência e emergência serão atendidos.

A decisão surgiu após as queixas dos médicos efetivos que não estão satisfeitos com as atuais condições de trabalho e a falta de um plano de carreira. Além disso, os baixos salários é um dos problemas que está desestimulando a categoria.

Atualmente, um médico efetivo de Santa Luzia recebe um salário mensal em torno de R$ 545.

Uma nova assembleia está marcada para o dia 7 de novembro, no Sinmed-MG.

Paralisação dos médicos EFETIVOS de Santa Luzia
Dias 25, 26,27 e 28 de outubro
Serão atendidos apenas as urgências e emergências

Confira abaixo o comunicado à população a ser publicação no jornal:


COMUNICADO À POPULAÇÃO DE SANTA LUZIA

Os médicos efetivos do município de Santa Luzia decidiram, em Assembléia Geral Extraordinária, realizada no dia 19 de outubro de 2011, promover paralisação com início às 7h do dia 25 de outubro de 2011 e término às 7h do dia 29 de outubro de 2011.

O movimento é um protesto contra os baixos salários e as condições inadequadas de trabalho e atendimento à população.





Durante a paralisação serão mantidos os atendimentos à urgência e à emergência.






Linha do tempo

Em agosto, o Sinmed-MG apresentou em assembleia, um ofício assinado pelo secretário de Saúde, José Eduardo Madureira de Oliveira, e pelo superintendente de Administração da Secretaria de Saúde, José Nilton A. de Melo, dizendo que "em resposta ao ofício 321/2011, a Administração informa que contratou uma assessoria especializada para formatação do plano de cargos e salários, o qual estará finalizado em 31 de agosto de 2011, abrangendo todos os servidores efetivos da Prefeitura".
O documento diz também que após essa data será nomeada uma comissão de membros efetivos para ampla discussão do Plano e que "na sequência dessas etapas a Administração dará ênfase à realização de concurso público" . Hoje existem apenas 14 médicos efetivos no município.

Os médicos não ficaram satisfeitos com a resposta da prefeitura, por não estabelecer um prazo para a implantação do Plano e temem que o assunto se estenda até o final do ano, sem uma solução. Os médicos querem que o PCS contemple os seguintes itens:
1- Equiparação do vencimento base à atual remuneração (a saber, os médicos recebem hoje como vencimento base cerca de R$545)
2- Equivalência da jornada de trabalho dos médicos efetivos aos chamados "médicos de apoio" do município.
Fonte : SINMED-MG



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