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SIMERS reconhece ações em Gravataí, mas cobra carreira para médicos



20/12/2011
O Sindicato Médico do RS (SIMERS) reforçou, em encontro nesta segunda (19), com o prefeito de Gravataí, Acimar da Silva, e secretários que é crucial elevar a remuneração para assegurar médicos plantonistas no Serviço de Urgência e Emergência (SUE), único postão 24 horas da cidade, quinta maior economia do Estado. A secretária-geral do SIMERS, Ana Maria Martins, reconheceu os esforços do município para conseguir amenizar a falta de médicos, mas preveniu que somente a criação de uma carreira para a categoria será solução definitiva ao problema.

O Sindicato fará estudo e apresentará proposta ao prefeito. Vistorias do SIMERS flagraram nos últimos meses uma grande carência de plantonistas, o que prejudica a assistência à população. Silva relatou que já foram contratados três plantonistas numa seleção emergencial, permitida pelo decreto de calamidade pública. O postão teria de ter 22 médicos e tinha dez até sexta. Agora faltam nove.

O prefeito também garantiu que foram contratadas empresa para consertar o ar condicionado e uma goteira que tem na sala de raio-x. Ana Maria reconhece que o município está buscando soluções, mas previne que é preciso agir para evitar que a situação volte a piorar novamente. O contrato emergencial é de 30 dias, prorrogável por outros 30. Além disso, o Executivo está nomeando 20 médicos aprovados em concurso para a área clínica (a R$ 4,7 mil por 24h semanais) e estuda o emprego de socorristas por intermédio de cooperativa, de modo a suprir as escalas de Natal e Ano Novo e o período de férias.

O secretário municipal de Saíde, Régis Fonseca, disse que o aparelho de ar condicionado já passa por consertos. Quanto aos raios-x, a prefeitura orça novo equipamento, mas tenta, nesse ínterim, descobrir onde se encontra a infiltração na sala, que acaba prejudicando seu funcionamento. "O telhado em escamas, com várias calhas, é ruim. O local era uma revenda de veículos. Temos a informação de que o equipamento quase nunca funcionou", disse o prefeito.

"Oito em cada 10 atendimentos no SUE poderiam ser feitos na atenção básica, mas ela não dá conta", conta Fonseca. "Claro, falta informação também. Estamos num período de transição complicado, mas temos boas expectativas." O município investe 21% de suas receitas em Saúde, cumprindo com a EC 29. A Estratégia de Saúde da Família conta com 12 postos que cobrem apenas 25% da população, e ainda existem 13 UBS. A administração atual tenta descobrir área para construir mais cinco ESFs, o que ampliaria a cobertura para 50% da população.
Fonte : SIMERS



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