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AM: greve será mantida caso autoridades não apresentem propostas consolidadas para a classe médica



06/01/2012
Decisão será tomada na AGE, do dia 12, às 19h, no Auditório Dr. Zerbini, para as informações finais e encaminhamentos para a paralisação

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mario Vianna, durante entrevista na manhã da última quarta-feira (04), concedida ao jornalista William Gaspar, do jornal Amazonas em Tempo, afirmou que a greve prevista para o dia 16 de janeiro será mantida caso estado e município não apresentem propostas concretas principalmente em relação ao Piso Nacional dos Médicos para categoria.

O sindicalista esteve reunido com o secretário de Estado de Saúde, Wilson Alecrim, na última terça-feira (3), onde foram apresentadas as reivindicações da categoria, que segundo Alecrim, será encaminhado por ofício ao governador do Estado, Omar Aziz.

"Estamos divulgando amplamente a possibilidade de greve, caso não haja acordo, para o Ministério Público Estadual e Federal, o Conselho Regional de Medicina, o Tribunal de Justiça do Estado, o governador do Amazonas e o prefeito de Manaus, a fim de garantir toda legalidade ao movimento. Na quinta-feira (12), estaremos realizando uma AGE, onde serão apresentados os detalhes das propostas feitas pelo Estado e Município, caso sejam nos sejam encaminhadas", afirmou o presidente do Simeam.

De acordo com Mario Vianna, entre as reivindicações dos médicos estão à conclusão do enquadramento do Plano de Carreiras, Salários e Vencimentos da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), as perdas salariais de 5,26%, que não foram pagos pelo governo Estadual, o reajuste do piso salarial do Estado e Município (atualmente em R$ 1 mil como salário base, para R$9.188,22 mensais por 20 horas de trabalho semanais) e melhorias nas condições de trabalho. "Alguns médicos com especializações estão deixando de receber gratificações que são direitos previstos no PCCV", disse.

Durante a greve os atendimentos de rotina poderão ser paralisados 100%, apenas as urgências não serão afetadas, pois são feitas por equipes terceirizadas e sem vínculos empregatícios com o governo. "A greve terá algumas exceções, a Maternidade Moura Tapajós cujo corpo clínico é estatutário da Semsa e do Samu, para estas unidades será feito um planejamento especial, para ter o mínimo de atendimento previsto em lei", disse.
Fonte : SIMEAM



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