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PA: médicos paraenses querem que planos de saúde reajustem consultas



13/01/2012
Médicos paraenses vinculados a planos de saúde querem aumentar para R$ 80,00 o valor médio repassado pelos planos, por consulta. Atualmente os médicos recebem por consulta R$ 45,00, valor que está defasado frente aos reajustes aplicados pelos planos às mensalidades dos seus clientes.

Os médicos reivindicam a aplicação da tabela da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos (CBHP), que é atualizada anualmente, mas não praticada pelas operadoras. "Nos últimos dez anos, os planos reajustaram as mensalidades em 150% dos quais nem 50% foram repassados aos procedimentos médicos", disse o médico João Gouveia, diretor administrativo do Sindicato dos Médicos doPará (Sindmepa).

As entidades de classe como o Sindmepa, Sociedade Médico-Cirúrgicae o Conselho Regional de Medicina (CRM-PA) realizaram uma assembleia geral na última quarta-feira (11), na sede do CRM-Pará, para discutir o assunto, já que as defasagens dosvalores das consultas tem provocado o descredenciamento de médicos de planos de saúde, afetando diretamente a qualidade de vida da população.

Especialistas como endocrinologistas e cirurgiões torácicos já se descredenciaram dos planos de saúde em Belém e outras especialidades médicas estão determinadas a seguir o mesmo caminho por conta dos baixos valores pagos pelos planos de saúde. João Gouveia afirma que o afastamento dos médicos dos planos de saúde já está causando problemas de marcação de consultas com especialistas em psiquiatria, pediatria, oftalmologia, reumatologia e alergia, entre outros. 'Os pediatras sofrem mais o problema porque 35% das consultas se referem a retorno e não são remuneradas. Ora, não existe isso. Cada volta do paciente ao consultório é uma nova consulta, defende Gouveia.

"A fixação de novos prazos para atendimentos dos associados dos planos e a obrigatoriedade das operadoras de ressarcir despesas com clientes que procurarem serviços particulares vão afastar mais ainda os médicos dos planos. Eles vão preferir prestar serviços particular do que atender pelos planos", resumiu o sindicalista.

O médico descarta, porém, uma greve mais imediata da categoria agora para a garantia desses direitos. 'Por enquanto, estamos traçando uma estratégia de mobilização para negociarmos com os planos', explicou.

Fonte : Sindmepa



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