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AM: entidades de classe apoiam a greve dos médicos



19/01/2012
Na segunda assembleia geral de greve, mais profissionais aderiram à greve dos médicos da Semsa/Susam (que também deve abranger os docentes das Faculdades de Medicina, Médicos do HUGV, Peritos Previdenciários e Legistas), que foi deflagrada na segunda-feira (16). "A cada dia que passa o movimento grevista demonstra um expressivo crescimento dentro da categoria", afirma o presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, SIMEAM, Mario Viana.

De acordo com o presidente, todos os representantes dos poderes legislativo, executivo e judiciário foram avisados oficialmente da greve com 72 horas de antecedência, de acordo com o previsto em lei. "Portanto está greve é legal. Estamos amparados pela lei e não devemos ter medo das represálias e promessas de faltas", afirmou ele.

Apoio
Além dos médicos, que aos poucos vão paralisando totalmente as atividades, entidades de classe estão apoiando o movimento. Algumas delas, são a União Geral dos Trabalhadores (UGT), Sindicato dos trabalhadores da Justiça, Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Sindicato dos Petroleiros (SindiPetro-AM) e a Central Sindical ConLutas. De acordo com o presidente da UGT, Nindberg Santos, o setor da saúde é massacrado pelos gestores públicos, e por isso, merece o apoio de todas as entidades. "Falta de infraestrutura, falta de material para o trabalho e de salários dignos. Tudo isso leva a falta de condições trabalhistas", afirmou ele.

A greve dos médicos tem o apoio também do professor pernambucano Hélio Cabral, coordenador do Trigésimo primeiro Congresso Nacional do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior), que esteve na assembleia desta quarta-feira, e destacou a importância da luta por dignidade no trabalho e na saúde pública.

O dr. Menna Barreto, que é professor aposentado e já foi presidente do sindicato dos médicos (1985), também esteve no auditório Dr. Zerbine e se dispôs a ajudar o movimento no que fosse preciso. Endossou que esta é uma luta justa e válida para a categoria e para a sociedade.

O vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho, Allan Kardec Farias, também esteve na assembleia e incentivou a categoria a continuar na greve com a frase: "Nós suspendemos nosso dever para lutar por nossos direitos", incitou ele.

Fonte : SIMEAM



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