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CNTU, CREMAM e SIMEPAR apoiam greve dos médicos do Amazonas


Foto: Divulgação/Internet
CNTU, CREMAM e SIMEPAR apoiam greve dos médicos do Amazonas
Greve foi considerada ilegal pelo judiciário.


30/01/2012
O movimento dos médicos do SUS do Amazonas ganha mais força, com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores Universitários – CNTU, do Conselho Regional de Medicina e do Sindicato dos Médicos do Paraná, além de outros sindicatos que estão apoiando o movimento.

Em nota oficial, publicada em um importante jornal impresso de Manaus, na última sexta-feira (27.01), a CNTU se solidariza e apoia o movimento grevista dos médicos do serviço público amazonense.

Durante a assembleia, Jorge Akel, conselheiro do Conselho Regional dos Médicos do Amazonas, também anunciou o apoio do CRM à greve. "Em reunião plenária, o Conselho considerou ética e justa a greve dos médicos amazonenses", afirmou ele. A nota oficial já foi publicada no Jornal Acrítica, no sábado, dia 28.01.

A decisão do conselho foi embasada no artigo 24 do Código de Ética Médica, que estabelece: "É direito do médico suspender suas atividades, individual ou coletivamente, quando a instituição pública ou privada para a qual trabalhe não oferecer condições adequadas para o exercício profissional ou não o remunerar digna e justamente, ressalvadas as situações de urgência e emergência, devendo comunicar imediatamente sua decisão ao Conselho Regional de Medicina".

SIMEPAR manifesta apoio ao movimento dos médicos

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná manifesta seu apoio ao movimento grevista deflagrado pelos médicos do Amazonas desde o último dia 16 de janeiro. Mesmo depois de decisão judicial considerando a greve ilegal pedindo a cessão da mesma, os médicos decidiram continuar com o movimento de paralisação.

Recurso

Em uma decisão interlocutória, a Juíza Carla Reis decidiu acatar o pedido do Governo do Estado e pediu o fim da greve dos médicos, sob o risco do pagamento de uma multa de 10 mil reais por dia. Mesmo assim, na assembleia de greve do dia 25.01, os médicos decidiram continuar a greve por acreditar que estão dentro da legalidade.

Há alguns dias, a juíza Carla Reis apareceu no jornal Diário do Amazonas com a primeira-dama, Nejmi Aziz.

O Sindicato dos Médicos do Amazonas – SIMEAM já entrou na justiça com um Pedido de Reconsideração da decisão interlocutória para tentar reverter a situação de ilegalidade. Se não obtiver sucesso no recurso, deve entrar com um agravo de instrumento e também recorrer ao Conselho Nacional de Justiça, CNJ.


Fonte : SIMEAM



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