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RS: médicos têm assembleia nesta 4ª para decidir mobilização sobre carreira em Marau



06/03/2012
Sem resposta da prefeitura sobre o plano de carreira para os médicos que atendem nas equipes de Saúde da Família, a categoria marcou assembleia para esta quarta, a partir das 18h30, no salão do Centro Social Urbano (Rua Ernesto Dornelles, 595), em Marau. A convocação prevê como temas a postura do Executivo e formas de mobilização. Representantes do Sindicato Médico do RS (SIMERS) estarão na cidade para comandar a plenária e buscar novo contato com o município.

O SIMERS cobra o cumprimento da promessa feita pelo prefeito, Vilmar Perin Zanchin, de que apresentaria uma proposta de plano de carreira. Zanchin garantiu que atenderia a principal reivindicação dos profissionais que atuam nas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) ao se reunir com dirigentes do SIMERS, em 7 de dezembro, em Porto Alegre.A preocupação da entidade é que, depois de três meses, nenhum documento foi apresentado à categoria.

"Estamos ainda aguardando. O tema exigirá muita discussão e há prazos legais impostos pelo calendário eleitoral ", previne o diretor do Sindicato Fábio Gatti. O dirigente destacou que até agora não houve nenhuma conversação sobre os itens do plano. Os médicos também têm sugestões a fazer para assegurar que o modelo possa tornar atrativo o trabalho nas unidades.

O piso médico nacional para 20 horas semanais foi atualizado em janeiro para R$ 9.813,00. Entretanto, o valor recebido pelos médicos em Marau, para 40 horas semanais, não alcança o piso que é para jornada de 20 horas. Mesmo entre municípios gaúchos já ocorrem avanços como em Carazinho, que elevou o salário dos médicos de família para R$ 11 mil, em acordo com o SIMERS em 2011. O salário era de R$ 6,5 mil.

No plano para Marau, estariam incluídos alguns benefícios reivindicados e o compromisso de que, em 24 meses, será feito estudo de plano próprio previdenciário. O grupo pede, por exemplo, a desvinculação do teto do INSS para fins de cálculo das aposentadorias. O SIMERS havia solicitado que Zanchin detalhasse em ofício suas intenções. "Os médicos cumprem com dedicação seu trabalho e mantêm interesse em se dedicar aos pacientes e ao programa, base hoje do atendimento no SUS. Mas é preciso que condições reais sejam alcançadas", antecipou Gatti.
Fonte : SIMERS



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