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RS: concurso é projetado pelo SAMU e deficiências na operação de alguns municípios são apontadas



09/03/2012
A reunião entre Sindicato Médico do RS (SIMERS) e a coordenação do SAMU estadual, nesta quinta (8), em Porto Alegre, apontou duas medidas essenciais para qualificar o atendimento móvel de urgência e emergência: abertura de concurso público para médico regulador do serviço e a necessidade de mellhorias da estrutura dos hospitais cadastrados para receber pacientes socorridos pelas ambulâncias. O coordenador das urgências e emergências da Secretaria Estadual da Saúde (SES), Rogério Caruso, adiantou que estudo será concluído até o fim de março para lançar seleção pública para 75 vagas. A meta é lançar o concurso em 2012. Hoje existe carreira de médico regulador na saúde estadual.

O diretor do SIMERS Edson Prado Machado comemorou a notícia, já que a garantia de pessoal especializado e de carreira para dar conta dos chamados na central de regulação, localizada na área onde está o Hospital Partenon, na Capital, é reivindicação antiga. "O SAMU é um programa novo e que está se estruturando, mas não dá para operar com um quadro inferior ao que manda o próprio Ministério da Saúde, ou mesmo com uma rotatividade que compromete a efetividade do serviço", pontuou Machado. Desde 2006, quando o SAMU foi lançado como Salvar, o Sindicato denuncia a carência de médicos, além da terceirização. Hoje a central dá conta de mais de 200 municípios que somam 8 milhões de habitantes.

Segundo Caruso, são 52 médicos reguladores (profissionais que recebem as chamadas do 192 e disparam o tipo de socorro no local), quando deveriam ser 75. Do grupo atual, 45 têm contrato emergencial, muitos com prazo para terminar ainda este ano. Somente sete são concursados com estabilidade. "Estamos definindo o perfil de médico que queremos para que possamos montar uma equipe que queira ficar", destacou o coordenador, ressaltando que não há mais terceirizações. Um dos problemas hoje é que mesmo as seleções acabam tendo desistência, pois os aprovados não se adaptam à função.

Sobre as deficiências no atendimento, Caruso explicou que muitos hospitais cadastrados pelos seus municípios para receber pacientes socorridos pelo SAMU acabam não tendo as especialidades médicas previstas. O coordenador citou que houve impasse entre Viamão e Alvorada, que formaram um consórcio para manter uma ambulância avançada, mas o acordo foi rompido. O problema afetou as condições de atendimento.

O diretor do Sindicato confirmou que a entidade recebeu queixas de dificuldades para manter pacientes, antes de serem transferidos a unidades especializadas, normalmente situadas na Capital. "Ficou claro hoje que muitos gestores não atendem o que foi contratado. Isso precisa ser ajustado, pois gera limites ao melhor atendimento", cobrou o dirigente médico. A carência de ambulâncias avançadas (com médicos) em muitas regiões gera restrições. Caruso citou que novos valores de repasses da União às prefeituras para custear pessoal poderá resolver a carência.
Fonte : SIMERS



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