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PA: negociação coletiva e rotatividade são temas de jornada no sindicato



30/03/2012
Mais de 60 pessoas participaram nesta quarta-feira (28) da jornada intitulada 'Negociação coletiva em 2012 e rotatividade no mercado de trabalho', promovida no auditório do Sindmepa com a participação de centrais sindicais, Superintendência Regional do Trabalho e o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). O diretor administrativo do Sindmepa, João Gouveia, que também é diretor sindical do Dieese, fez a abertura do evento falando da satisfação do sindicato em sediar pela primeira vez uma jornada com temas tão importantes para os trabalhadores.

De acordo com João Gouveia, as negociações coletivas no Pará em 2011 foram altamente positivas, com a maioria absoluta conseguindo reajustes acima do INPC fixado pelo IBGE, com ganhos reais. Para 2012, a expectativa é que se obtenha igualmente patamares positivos de negociações. Ele ressalta que, apesar dos reajustes de professores e profissionais da área de segurança, considerados justos, o governo ainda precisa negociar em 2012 com outras áreas. 'E a gente espera atingir os mesmos patamares da negociação feita com os professores e segurança', disse.

Com relação à rotatividade no mercado de trabalho, as pesquisas realizadas pelo Dieese apontam que apesar do aumento do emprego formal, inclusive com o Pará batendo taxas recordes de saldo de empregos em 2010/2011, as taxas de rotatividade continuam altas e o tempo médio de emprego precisa melhorar. 'Normalmente quando uma empresa demite, quando ela admite outro profissional para a mesma vaga, ela contrata com salário menor e isso precisa ser discutido', diz João Gouveia. O ideal é não só reduzir as taxas de rotatividade, mas não permitir que o salário de quem será admitido, caia em relação ao funcionário antecessor.
O Pará tem um índice de rotatividade abaixo da média nacional, sendo a mais baixa entre os Estados da região Norte. Em todo o Brasil, a categoria que concentra o maior índice de rotatividade é a construção civil, com uma média de 90% em todo o País, o que não é diferente no Estado do Pará.

Outro ponto do debate entre sindicalistas, Dieese e a Superintendência Regional do Trabalho é a luta para que o Brasil seja signatário da convenção 158 da OIT, que busca inibir a demissão imotivada. 'Até hoje o Brasil ainda não aderiu a essa convenção, de vital importância ao trabalhador', resumiu João Gouveia.
Fonte : SINDMEPA



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