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RS: emergência do Conceição tem menos de 50% dos médicos que deveria ter



09/04/2012
A emergência do Hospital Conceição, a maior do Estado, vive um contraste que prejudica ainda mais o melhor atendimento de pacientes e expõe o trabalho dos profissionais a riscos. Com uma rotina de manter o triplo de doentes internados que a capacidade de 50 leitos, o serviço tem hoje menos da metade dos médicos de que precisa para dar a assistência adequada e sem riscos. A denúncia é do Sindicato Médico do Rio Grande do Rio Grande do Sul (SIMERS), que vem cobrando há meses da direção do Grupo Hospitalar Conceiçao (GHC) uma solução.

A vice-presidente do SIMERS, Maria Rita de Assis Brasil, disse que o alerta foi acionado para o feriadão de Páscoa. Segundo a dirigente, que atua na emergência, a previsão era de um terço ou metade da força de plantonistas para salas onde ficam os pacientes. Locais como a verde, com 30 vagas e onde ficm mais de cem pessoas. "Além de ficarem emmacas e até em colchões no chão, os doentes teriam o cuidado de um número insuficiente de profissionais médicos", ressaltou a dirigente. "Há um desgaste hoje absurdo dos colegas. Isso tem sido rotina nos fins de semana", reforça Maria Rita.

A situação só foi minimizada na véspera do feriadão. O Sindicato pediu providências ao Conselho Regional de Medicina (Cremers) e ao Ministério Público (MP) para que auxiliassem na garantia de um quadro mínimo de plantonistas. Algumas medidas de gestão têm impedido que os médicos do serviço possam fazer mais plantões. Maria Rita explica que a deficiência crônica já foi elencada em um relatório enviado ao Ministério da Saúde, que estruturou o programa SOS Emergências. A unidade do Conceição foi incluída na iniciativa, inclusive com lançamento em Porto Alegre pelo ministro Alexandre Padilha.

A vice-presidente do SIMERS cobrou a promessa de redução de pacientes, com lotação que se mantém acima de 145 para 50 leitos. "Foi lançado o Plano 100, mas que não conseguiu resolver o problema. Não adianta se não abrir mais vagas de internação", alerta a dirigente. O Estado perdeu quase 40% dos leitos do SUS em quase 20 anos, e a Capital, 40%.
Fonte : SIMERS



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