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FENAM e CFM promovem em São Paulo o VII Seminário Nacional Médico/Mídia


Foto: Osmar Bustos
FENAM e CFM promovem em São Paulo o VII Seminário Nacional Médico/Mídia
O médico Desiré Callegari e o jornalista Murilo Pizzolotti abriram a série de palestras do Seminário Médico/Mídia. Eduardo Santana coordenou a mesa


19/04/2012
Teve início nesta quinta-feira (19) o VII Seminário Nacional Médico/Mídia, evento promovido pela Federação Nacional dos Médicos e pelo Conselho Federal de Medicina. O seminário reuniu, no auditório do Sindicato dos Médicos de São Paulo, profissionais de medicina e da mídia, que trocaram experiências sobre a ética profissional que norteia as duas áreas, a rotina das profissões, o compromisso com a verdade, novas regras sobre a publicidade médica e a importância das redes sociais.

O evento foi aberto oficialmente pelo presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, e pelo primeiro secretário do CFM, Desiré Carlos Callegari, que saudou os participantes em nome do presidente do Conselho, Roberto dÁvila.

Desiré Callegari também foi palestrante do seminário e, ao falar sobre o tema "Ética profissional - médico X mídia", destacou a importância do respeito mútuo entre as áreas de saúde e comunicação. Para ele, a transparência nas ações e a responsabilidade social são pontos necessários para que haja uma bom canal de comunicação. O conselheiro ressaltou ainda que a relação entre médicos e jornalistas melhorou muito nos últimos tempos.

Para o coordenador da assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, Murilo Pizzolotti, que compôs a primeira mesa do seminário nesta quinta-feira, cursos de media trainning auxiliam o médico a lidar com o jornalista. "É importante se preparar para uma entrevista, saber quem é o repórter e o que será conversado", explica. Ele disse ainda que existe um objetivo em comum entre os profissionais: a proteção à sociedade em busca da verdade.

A palestra "Profissão repórter, o compromisso com a verdade e com qualidade da informação" ficou sob a responsabilidade da jornalista Renata Afonso, repórter da Rede TV!. A profissional destacou que o médico precisa ter paciência para balizar o jornalista sobre o assunto tratado. "O jornalista precisa apurar todos os dados e entender sobre o assunto para passar a informação ao público de maneira interativa. Para isso, é preciso conhecimento e calma do entrevistado", segundo Renata. Ela fez, ainda, um alerta aos médicos para que tenham cautela no sentido de não revelar informações que realmente não possam ser divulgadas. "Não falem nada em 'off' com o jornalista, pois ele pode aproveitar aquela informação para dar um furo de reportagem", acentuou.

O debate "As novas regras para publicidade médica - Resolução CFM 1974-2011", foi aberto pelo publicitário Olavo Rocha, da Contexto Propaganda. Ele lembrou as funções da publicidade e disse que, "além de vender, a propaganda tem como função informar, educar, entreter e, por isso, tem uma série de responsabilidades". Para ele, a resolução do CFM veio a tempo de criar regras para que os profissionais da medicina se comuniquem de forma ética.

O conselheiro do CFM, o médico Emmanuel Fortes, explicou os motivos de se estabelecer novas regras para a publicidade médica. De acordo com ele, o objetivo foi criar critérios para nortear a propaganda na medicina. "Julgamos muitos processos e para proteger o médico e suprir a lacuna existente na legislação, assim decidimos fazer esse manual, respeitando a nossa Constituição", esclareceu.

"Media Training para dirigentes de entidades médicas" foi a palestra da jornalista Daniela Damaso. Ela deu dicas de como o médico deve lidar com a imprensa. De acordo com Daniela, o porta-voz de uma empresa ou instituição deve ter firmeza, empatia, conhecer o assunto, passar credibilidade, saber se expressar e fornecer informações úteis. Ela explicou também como tratar a imprensa. "Os médicos devem manter contato periódico com a imprensa, levantar e divulgar todos os dados possíveis, cumprir os casos sugeridos e procurar a imprensa em caso de crise", assinalou.

A jornalista Taciana Giesel e o profissional de Tecnologia da Informação, Walder de Miranda Júnior, desenvolveram, no fim do primeiro dia do evento, uma mini oficina web 2.0, destacando a importância das redes sociais na vida de médicos e jornalistas. "Novas tecnologias são muito importantes para conseguir atingir os objetivos no movimento médico e cabe às instituições impulsionar", afirmou Taciana.

O seminário continua nesta sexta-feira (20) , com transmissão ao vivo pelo perfil da Fenam no Twitter, @medicinaexpress. Para acompanhar o evento, basta utilizar a hashtag #medicomidia ou entrar diretamente no link.
Fonte : Imprensa FENAM



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