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RS: vice-prefeito e secretária de Cruz Alta recebem projetos do sindicato


Foto: Simers
RS: vice-prefeito e secretária de Cruz Alta recebem projetos do sindicato
Argollo entrega projetos


18/05/2012
O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, acompanhado do delegado regional de Cruz Alta, Osvaldo Barcelos, entregou nesta última quarta-feira (16) ao vice-prefeito, Antonio Oliveira, e à secretária municipal da Saúde, Natália Steinbrenner, três projetos de lei de interesse da categoria e que podem trazer benefícios ao município: a separação da carreira médica das demais pertencentes ao setor (como foi feito na capital), o estabelecimento de plano de cargos e vencimentos específico (facultando a contratação por metas), e a implementação da carreira de Estado.

"Temos uma face crítica muito presente na mídia, e agora estamos trazendo propostas cujo objetivo é resolver os problemas da falta de médicos nos municípios menores", disse Argollo. No entendimento do sindicalista, os profissionais só irão fixar-se em cidades menores havendo perspectivas de progressão na carreira ou, no caso dos especialistas, flexibilidade na forma de trabalho, sem atrelamento à carga horária.

"A falta de médicos ocorre no SUS, porque o serviço público não compete com a iniciativa privada", relatou. "Porto Alegre, por exemplo, tem sete vezes mais colegas do que deveria ter". Segundo Argollo, a formação do médico com residência equivale a três vezes à dos demais trabalhadores na Saúde e, no entanto, muitas vezes o profissional é concursado para o mesmo salário da enfermeira, o que gera um desinteresse. "Necessitamos de carreira que reconheça estas peculiaridades", declarou.

O vice-prefeito concordou com os problemas enfrentados atualmente pelas prefeituras, e afirmou que analisará as propostas com cuidado. "Mais de 200 municípios não têm pediatra, e, na outra ponta, a população está envelhecendo e a necessidade de especialistas aumenta", comentou. "Os municípios médios estão sobrecarregados, pois arrecadam pouco por habitante. Temos dificuldade de financiamento, e os municípios pequenos sugam nossos recursos. Fornecemos 150 mil consultas por ano e nossa população é de 64 mil habitantes!". A secretária foi na mesma linha: "O médico merece salário maior, o problema é a prefeitura suportar isso", arguiu.

Ao final, Argollo pediu o apoio dos gestores à proposta de carreira de Estado, cujo objetivo é atrelar o médico ao governo gaúcho (que deve aplicar o dobro dos recursos no setor), concedendo aos seus concursados benefícios semelhantes aos usufruídos por juízes e promotores, como um bom salário base e a garantia de progressão para cidades maiores ao longo do tempo.
Fonte : SIMERS



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