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AL: legistas mantêm greve e ameaçam demissão coletiva



26/06/2012
As declarações do secretário de Defesa Social, coronel Dário César, acerca de possíveis sanções administrativas aos médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML), em greve desde a última quinta-feira, 21, causaram revolta à categoria. Em entrevista ao Alagoas24Horas o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado, Wellington Galvão, disse que os médicos irão discutir a possibilidade de demissão coletiva, durante assembleia nesta segunda-feira, 25.

"Os médicos estão sendo tratados como bandidos e isto é um absurdo. Ninguém vai aceitar esse tipo de tratamento. Vamos votar em assembleia que não aceitamos mais esse secretário e podemos ate pedir demissão coletiva", desabafou Galvão, reiterando que até o momento não foi notificado por nenhum oficial de Justiça sobre a ilegalidade da greve dos médicos legistas, decretada no último sábado pelo Tribunal de Justiça.

Na manhã de hoje Dário César afirmou que serão abertos processos administrativos disciplinares em desfavor dos médicos que não comparecerem ao trabalho. Além disso, destacou a necessidade da cobrança da multa no valor de R$ 10 mil por dia ao sindicato da categoria pelo descumprimento da decisão judicial.

Questionado sobre a mudança do IML para o Hospital Sanatório, Galvão esclareceu que levaria muito tempo, já que as instalações necessitam de grande reforma. "Além disso, entendemos que a mudança não será indicada, porque no local funciona um hospital com urgência e emergência, não dá para dividir espaço com corpos em decomposição. Isso seria grave", explicou.

Outra proposta do Governo foi a utilização do SVO (Serviço de Verificação de Óbito). "Eles sugeriram que pela manhã o espaço fosse utilizado pela medicina legal e à tarda pelo SVO, mas o diretor do órgão já havia informado que não há condições de funcionar desta forma", contou.

A terceira sugestão foi apontada por um dos médicos legistas. Trata-se da utilização de um prédio localizado atrás do CCBI, pertencente à Universidade Federal de Alagoas. Segundo Galvão, o local está desativado e pode ser uma opção mais viável, conforme entendimento dos próprios legistas. O prédio em questão será analisado pela equipe do Governo.

Quanto às questões de ordem salariais, o sindicalista disse não haver nenhum avanço. A proposta inicial do Governo foi recusada pela categoria, que espera novo entendimento. "Até o momento a greve continua", finalizou.
Fonte : Alagoas 24horas



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