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DF: sindicato emite nota sobre remuneração dos médicos divulgada no Portal da Transparência do GDF



17/07/2012
Dar transparência implica tornar algo translúcido, mas esse processo não garante necessariamente a visão precisa daquilo que se mira além da lente. É em situação semelhante que a classe médica foi colocada nos últimos dias, a título de lisura da administração pública.

Sobre a suposta extrapolação na remuneração dos médicos divulgada no Portal da Transparência do GDF, o Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) tem respondido aos veículos de comunicação de forma transparente e sem distorções.

1 – Somente a remuneração dos médicos que entraram até o final da década de 1980 e incorporaram ganhos de sentenças judiciais, reclamações trabalhistas e gratificação de cargo de chefia – a minoria – e ninguém além desses, tem os salários mais vultosos da SES/DF. Os salários iniciais, por sua vez, estão muito abaixo dos valores de mercado e não atraem novos profissionais. Esses jovens não assumem contratos temporários e, mesmo se aprovados em concurso, relutam em assumir. O número de demissões a pedido no início de carreira é muito alto.

2 – O Plano de Carreira, Cargos e Salários dos médicos do GDF é constituído de quatro classes e 25 padrões. O Médico nunca chega ao último padrão antes de 25 anos na carreira.

3 – É urgente que a Secretaria de Saúde estabeleça uma política para a renovação de seu quadro funcional. O SindMédico-DF defende um plano de cargos e salários que permita o preenchimento de mais de 3 mil vagas de postos de trabalho de médico na Secretaria de Saúde do DF (dados da Secretaria de Administração – DODF 26/11/2011) e a assistência de saúde adequada à população da nossa cidade. Ao mesmo tempo em que deixa de contratar novos médicos, a Secretaria tem impedido deliberadamente, e contrariando determinações judiciais, a aposentadoria de duas centenas de médicos mais velhos – vários doentes entre eles.

4 – A administração da prestação de horas extras é de responsabilidade do empregador – os gestores das unidades de saúde é que respondem pelo uso delas. O valor pago por hora extra de trabalho corresponde ao dobro da hora contratual. O SindMédico-DF inúmeras vezes apontou ao governo que é mais barato contratar novos médicos do que gastar com o pagamento das horas extras – a solução é simples assim.

5 – A remuneração dos médicos no serviço público é limitada pelo teto salarial constitucional. Mesmo que nominalmente possa vir a ultrapassá-lo, a aplicação do redutor determina os valores de corte necessários para a adequação ao limite legal.

6 – Outras informações específicas sobre a remuneração dos servidores podem ser fornecidas, no limite da preservação dos direitos do trabalhador, pela Secretaria de Saúde.

Fonte: Sindmédico/DF



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