Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

RS: sindicato assina acordo coletivo dos médicos do Grupo Hospitalar Conceição



09/08/2012
Médicos dos três hospitais do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e a direção da instituição assinam nesta quinta feira (9) o acordo coletivo negociado entre o Sindicato Médico do RS (SIMERS) e a direção do GHC, aprovado no dia 3 de agosto. O ato será às 15h, na sala da Superintendência do GHC (que fica no Hospital Cristo Redentor) e contará com a presença do presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, e da vice-presidente da entidade, Maria Rita de Assis Brasil.

O acordo coletivo garantiu elevação da remuneração, principalmente para profissionais que ingressaram na instituição após 1999. Hoje, eles somam cerca de 700 dos 1,1 mil médicos dos hospitais Coinceição, Fêmina e Cristo Redentor. Foi ampliada a gratificação calculada sobre o básico para contratados depois de 1999, o que assegurou isonomia com o quadro antigo. O benefício também passa a incidir na base de cálculo para tempo de serviço. A jornada de plantonistas foi reduzida de 180 horas para 150 horas mensais.

O acordo não prevê reajuste, que passa a ser discutido este mês com o Sindicato dos Hospital e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa), do qual o GHC faz parte, e que definirá a convenção coletiva dos médicos vinculados ao setor na Capital.

Na avaliação dos dirigentes do SIMERS, o acordo alcançou o que era possível neste momento, mas a atratividade para manter os atuais contratados e garantir o preenchimento de vagas, um dos graves problemas do grupo, começa agora a ser testada. "A negociação não é um grande avanço para resolver as dificuldades. Os problemas são muito maiores do que se conseguiu no acordo", advertiu Argollo. Caso as medidas não tenham êxito para completar o quadro, o SIMERS pressionará por nova negociação para elevar os valores.

Entre as áreas com maior deficiência, está a emergência (que precisa urgentemente de 20 plantonistas) e a radiologia do Hospital Conceição. Nesta última especialidade, apenas duas das nove vagas do serviço estão preenchidas, o que gera demora nos diagnósticos e acúmulo de exames para emitir laudos. "Se não fosse aprovada esta melhoria salarial, eu e meu colega pediríamos demissão", contou uma radiologista.

O presidente da Associação dos Médicos do Hospital Conceição (AMEHC), Luiz Felipe Mattos, reforçou que não era a proposta que a categoria almejava, "mas foi a possível". "É muito importante para avançar e atender a algumas questões que angustiavam muitos médicos. A dúvida é se o acordo motivará profissionais a trabalharem no Conceição diante da situação do mercado", indicou Mattos.
Fonte : SIMERS



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1058 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade FENAM
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da FENAM




Enquete

Você é filiado ao seu sindicato?


Não
Sim
Opa, selecione uma op��o.









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)