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RS: sindicato vai ao Hospital Cristo Redentor após nova violência



10/08/2012
O diretor do Sindicato Médico do RS (SIMERS) Jorge Eltz se dirige neste momento ao Hospital Cristo Redentor, zona norte da Capital, para verificar a situação dos médicos e dos demais profissionais a instituição após mais um caso de agressão no hospital. A Imprensa noticiou que um homem acabou reagindo com violência após ser informado nesta manhã de que teria de buscar atendimento no Hospital Conceição, onde receberia assistência adequada ao seu problema. O Conceição fica próximo ao Cristo Redentor.

O Sindicato apurou que o homem teve mais de 50 entradas no hospital em 12 meses. Ele alegava que tinha ferimentos, mas nada foi constatado. Eltz lembra que o SIMERS se reuniu na semana passada com o secretário estadual de Segurança Pública, Aírton Michels, para tratar exatmente da insegurança nos dois hospitais. No encontro, o dirigente prometeu estudar junto com o comando do 11º Batalhão da Brigada Militar (responsável pela região) medidas para reforçar o policiamento. A reunião teve também a Associação dos Médicos do Cristo (Amecre). O encontro foi solicitado pelo Sindicato, tendo em vista recentes casos de violência nos locais de atendimento.

O secretário adjunto da segurança, Juarez Pinheiro, comprometeu-se diante do titular da pasta, Aírton Michels, a conversar com o comando da BM na região sobre medidas para inibir ou dissuadir a agressividade de pacientes e familiares. "Não temos como manter brigadianos nos hospitais, não podemos e nem devemos fazer isso", lembrou o secretário. "Sabemos do afluxo muito grande de pessoas naquela parte da cidade, reforçado pelo surgimento de shopping nas imediações, e uma presença mais constante de policiais pode ser necessária. Vamos aproximar a diretoria do grupo com o 11º Batalhão, verificando também as sugestões da Brigada Militar", disse Pinheiro.

A vice-presidente do SIMERS e diretora da Federação Nacional dos Médicos, Maria Rita de Assis Brasil, destacou que saúde, educação e segurança precisam trabalhar juntas. "Nós, nas emergências e postos, normalmente temos um aglomerado de pessoas, algumas por vezes estressadas, que desencadeiam situações perigosas para a equipe e as demais pacientes. Há necessidade de aproximação com a Segurança Pública para que a pasta tenha olhar solidário com isso", relatou.
Fonte : SIMERS



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