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RS: sindicato discute com GHC medidas contra violência



16/08/2012
A vice-presidente do Sindicato Médico do RS (SIMERS), Maria Rita de Assis Brasil, discutirá, a partir das 11h desta quinta (16), com a direção do Grupo Hospital Conceição (GHC), medidas para garantir mais segurança nos hospitais. O encontro é efeito do caso recente de violência no Hospital Cristo Redentor, quando um paciente se revoltou após ser orientado a buscar atendimento em outro serviço. O homem quebrou o vidro de um dos guichês da recepção na última sexta-feira. Maria Rita exigirá que sejam asseguradas condições de trabalho e proteção ante situações que possam colocar em risco profissionais, além de outros usuários.

A reunião com o diretor-superintendente, Carlos Eduardo Nery Paes, será na direção do Grupo, que fica na Rua Domingos Rubo, 20, 2º andar (sede do Cristo Redentor). O SIMERS vem buscando mais ações de autoridades estaduais, como da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Brigada Militar, para prevenir essas situações, muitas ligadas a limitações da estrutura de atendimento, que vêm gerando tensão crescente no setor. Desde 2005, são feitas gestões para melhorar a vigilância pública, com monitoramento da força da BM, em postos e hospitais.

Este ano já houve episódios em Viamão (uma paciente se revoltou e quebrou o vidro da recepção) e no Hospital Criança Conceição, também do GHC, quando pais tentaram agredir funcionários devido à demora para uma criança ser atendida na emergência que estava superlotada. Há cerca de dois anos uma médica chegou a ser baleada em um posto da Capital. Levantamento do SIMERS aponta que desde 2006 são mais de 50 registros de violência em unidades, muitos com agressões físicas e trauma aos profissionais, além de danos ao patrimônio pessoal e público.

"Os médicos e demais trabalhadores não são responsáveis pelas deficiências que levam a um maior tempo para fazer a assistência, cuja estrutura deve ser proporcionada pelos gestores do SUS. Além disso, a população precisa entender que há critérios para atendimento e que numa emergência a prioridade será para casos de maior risco. Já que não se melhora a estrutura (insuficiente em emergências e nos postos) precisamos ter mais tranquilidade para fazer nosso trabalho", destacou Maria Rita.
Fonte : SIMERS



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