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RN: médicos planejam novas ações de greve



23/08/2012
Em assembleia realizada na noite da última terça-feira (21), os médicos do Estado votaram pela continuidade da paralisação, que alcança mais de 90 dias, e definiram novas ações no intuito de reforçar o movimento grevista. Entre as ações planejadas pelos profissionais estão: a solicitação de uma audiência pública na Assembleia Legislativa; e uma manifestação para denunciar a falta de condições de trabalho nos hospitais do RN. Os dois eventos ainda tem data a definir.

Para o presidente do Sindicado dos Médicos do RN e da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira, o Governo do Estado, numa tentativa de desgastar o movimento, tem demonstrado intransigência, pois há 15 dias não negocia com a categoria.

Iniciada em 28 de abril, a greve dos médicos, além de melhores condições de trabalho, reivindicava um aumento de 7% no salário base e 22% em gratificação para quem está na ativa. No último dia 7 de agosto, o Sindicato apresentou nova proposta: reajuste salarial de 10%, sendo 5% em setembro e mais 5% em dezembro, ficando a discussão do aumento de gratificação, cobrança de ponto eletrônico e condições de trabalho para serem analisadas por comissão posteriormente.

Fórum de Saúde no RN
Na última terça-feira (21), as entidades que compõem o Fórum da Saúde no Rio Grande do Norte retiraram o apoio ao Plano de Enfrentamento da Saúde do Governo do Estado. O presidente do Sinmed considerou o ato sensato, já que, desde que o Governo declarou estado de calamidade pública na saúde, nenhuma melhoria foi feita para o setor e o quadro de caos continua.

Conselho Regional de Enfermagem (COREN), MP junto ao Tribunal de Contas do Estado, Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CRMRN), e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RN) foram os órgãos que desistiram de apoiar as ações do Estado.

"O Sinmed e o Sindsaúde, desde o primeiro momento, entenderam que a decretação da calamidade pública pelo governo (há 60 dias) tinha duas vertentes. Primeiro, era uma ação eleitoreira. Segundo, visava renovar contratos sem licitação e fazer compras, também sem licitação", disse.
Fonte : Sinmed/RN



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