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PA: médicos de Marabá podem entrar em greve por tempo indeterminado


Foto: Sindmepa
PA: médicos de Marabá podem entrar em greve por tempo indeterminado
A decisão foi unânime e caso a greve se confirme, passarão a ser atendidos apenas os casos de emergência.


06/09/2012
Em Assembleia Geral, realizada na noite de terça-feira (4), os médicos de Marabá decidiram aguardar o prazo de dez dias, estipulado pelo Ministério Público, para que o município apresente soluções aos graves problemas da saúde. Caso contrário, os profissionais ligados à Secretaria Municipal de Saúde entrarão em greve por tempo indeterminado. A paralisação está prevista para iniciar no dia 13 de setembro.

A decisão foi unânime e caso a greve se confirme, passarão a ser atendidos apenas os casos de emergência para não colocar vidas em perigo.

A direção do Sindicato dos Médicos do Pará foi representada na Assembleia pelo diretor Waldir Cardoso. 'Fui levar nosso apoio aos delegados sindicais no município que convocaram a assembleia com o objetivo de discutir encaminhamentos concretos em virtude da mais absoluta falta de condições de trabalhos em todos os setores da saúde', contou.

No dia 12 de setembro, um diretor do Sindmepa deve retornar a Marabá para acompanhar a reunião final no Ministério Público e, caso os médicos sejam forçados a entrar em greve, estará presente para coordenar o primeiro dia de paralisação.

As condições precárias da saúde em Marabá têm resultado na perda de vidas humanas e os médicos temem ser responsabilizados por insucessos profissionais, decorrentes da falta de estrutura de trabalho.

Os médicos decidiram fazer um movimento reivindicatório mais incisivo em função da falta de respostas concretas da administração municipal para a solução da grave situação de desabastecimento da rede de serviços. Faltam equipamentos, medicamentos, insumos básicos e exames de toda ordem. Em agosto, os profissionais acionaram o Ministério Público que pressionou a prefeitura e, diante do descaso da administração municipal, ingressou com uma ação civil pública pedindo o afastamento do prefeito e do secretário municipal. O judiciário ainda não se pronunciou.

No dia 28 de agosto, os médicos realizaram uma paralisação de advertência que teve grande repercussão na mídia, mas pouco efeito prático além de mais um reunião no Ministério Público. Na segunda-feira, houve novo encontro sem sucesso. Por isso a promotoria estabeleceu um prazo de 10 dias para que a prefeitura solucione os problemas apresentados pelos médicos. Se dentro desse prazo não houver soluções, não restará aos médicos outra saída, senão a greve.
Fonte : Sindmepa



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