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AL: 'A justiça chamou o médico legista de bandido,' afirma sindicato



24/09/2012
Os médicos-legistas consideram a determinação judicial – que pede a prisão dos profissionais que se negarem voltar ao trabalho – como desrespeitosa. Segundo Wellington Galvão, presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed), o judiciário os chamou de "bandidos".

A liminar foi concedida pelo juiz plantonista e assessor da Presidência do Tribunal de Justiça, Diógenes Tenório, determinando que os médicos-legistas sejam presos, caso não voltem ao trabalho, como também o pagamento de uma multa diária de R$ 10 mil para o Sinmed.

Em entrevista ao Alagoas24horas, Galvão considerou como desrespeitosa e lamentável a decisão. Segundo ele, não foram apenas os médicos-legistas que foram desrespeitados, mas toda a categoria.

"É vergonhosa a situação como o médico é tratado, ele que chega a passar 12 anos estudando para chegar numa manifestação da categoria e ser tratado como bandido, porque a partir do momento que se é dado uma ordem de prisão, o individuo passa a ser bandido", relatou revoltado.

Ainda segundo ele, a categoria não sairá da greve enquanto não houver o reajuste salarial equiparado à média Nordeste, que chega a R$ 9 mil. "Queremos a média Nordeste agora, caso contrário o Estado não terá mais médico-legista e, infelizmente, quem vai pagar é a população", alfinetou.

"Os médicos-legistas não tem medo, somos pessoas dignas, profissionais e os médicos não vão abaixar a cabeça nem para o judiciário, nem para esse governo", desabafou, acrescentando: "podem mandar prender. Vai todo mundo preso, agora não vamos baixar a cabeça", concluiu.

Relembre o caso

Os médicos legistas retomaram a greve e paralisaram todas as atividades desenvolvidas pelo Instituto Médico Legal em Maceió e Arapiraca desde as primeiras horas da manhã de sexta-feira (21).

"A greve nunca foi encerrada, apenas foi dada uma pausa", explicou Galvão. Segundo ele, o secretário de Defesa Social estabeleceu o conflito entre médicos legistas e peritos criminais, como também um "entrave" na negociação salarial conquistada pela categoria na última greve ocorrida em junho.
Fonte : Alagoas24horas



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