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RN: sindicato adere à mobilização nacional


Foto: Sinmed-RN
RN: sindicato adere à mobilização nacional
Manifestação liderada pelo Sinmed-RN.


11/10/2012
Aderindo ao movimento nacional das entidades médicas contra os abusos cometidos pelos planos de saúde, o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN) realizou uma manifestação no centro de Natal (na Praça sete de setembro), na manhã desta quarta-feira (10). A imprensa potiguar acompanhou o ato público.

Além da manifestação, no RN, os médicos que atendem em planos de saúde suspenderão o atendimento durante toda a quarta, porém, os casos de urgência e emergência não serão prejudicados. Os pacientes foram previamente informados da suspensão do atendimento, podendo ter suas consultas e procedimentos eletivos reagendados.

A mobilização nacional é referendada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e pelo conjunto das sociedades de especialidades médicas.

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e do Sinmed-RN, Geraldo Ferreira, serão enviadas cartas, aos representantes locais dos planos de saúde, propondo a negociação das reivindicações dos médicos.

De acordo com o diretor de defesa profissional da Associação Médica do Rio Grande do norte (AM-RN), Julimar Nogueira, o documento solicita ainda a adequação do índice de correção inflacionária sobre os valores de reajuste negociados em agosto de 2011 referente às consultas, procedimentos/cirurgias, SDT.

Uma assembleia com os médicos que atendem planos de saúde está agendada para próxima terça-feira (16), na sede da AM-RN. Durante a assembleia, a categoria irá discutir a resposta dos planos ao documento de negociação e definirá a estratégia de manifestação, podendo interromper, por tempo determinado, o atendimento eletivo novamente.

“Há uma exploração crescente dos médicos por parte dos planos de saúde. Os planos achataram de tal maneira a remuneração dos profissionais, que hoje os consultórios estão fechando; os médicos estão deixando de atender os planos de saúde, migrando para o serviço público ou atendimento particular. Isso tem prejudicado muito os pacientes (...) A segunda questão é a autonomia médica. Os planos insistem em querer dirigir o trabalho médico, forçando a economia, o que é impossível, pois na nossa visão, o foco é o paciente. E a terceira questão diz respeito aos contratos: os planos precisam respeitar os contratos e garantir os direitos que, contratualmente, são assegurados aos pacientes e a os médicos”, declarou Ferreira.

Para o presidente da AM-RN, Álvaro Barros, os abusos dos planos de saúde geram grave penalização à relação médico-paciente.
Fonte : Sinmed-RN



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