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SC: médicos protestam por falta de profissionais na rede pública


Foto: Simesc
SC: médicos protestam por falta de profissionais na rede pública



15/10/2012
Médicos da rede pública de saúde de Santa Catarina participam nesta terça-feira (16), a partir das 10h30, na emergência do hospital infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, da segunda edição do Abraço à Saúde. O protesto é para chamar a atenção do governo que em julho comprometeu-se em agilizar a contratação de profissionais para amenizar a situação das unidades de saúde estaduais que em alguns casos contam com apenas um médico nas escalas de plantão.

“Além das escalas estarem sacrificando as equipes profissionais e os pacientes, temos casos como o hospital infantil em que leitos estão fechados por falta de pessoal. Há poucos dias o governo anunciou um pacote de obras para a saúde. Um investimento alto mas que não prevê a contratação de pessoal. Somente este ano recebemos duas denúncias graves sobre a situação no Instituto de Cardiologia. Nós médicos e profissionais de saúde e a sociedade não podemos ficar passivos a esse tipo de situação”, afirma Cyro Soncini, presidente do Sindicato dos Médicos ao justificar o motivo do movimento organizado pelo Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC).

De acordo com Cyro, em julho, o governador Raimundo Colombo informou ao Sindicato em audiência que uma auditoria estava sendo realizada nas unidades de saúde para saber a real necessidade de contratação de pessoal. “Não sabemos o resultado da auditoria. Sabemos que as escalas de trabalho continuam com problemas, que os profissionais estão sobrecarregados, que temos um concurso público vigente e que o chamamento desses aprovados é demorado. É preciso agilidade e não apenas somente boa vontade para resolver essa situação”, acrescenta.

O presidente do Sindicato dos Médicos lembra ainda que a falta de profissionais gera problemas de filas para cirurgias, de espera nas emergências, aumenta a “ambulancioterapia”. “A falta de profissionais é notória nas unidades da capital porque são referência no Estado. Mas temos problemas sérios em Blumenau, em Joinville e nas demais unidades públicas de Santa Catarina”, conta.

No início do ano o secretário estadual de Saúde, Dalmo Claro de Oliveira declarou que para amenizar a situação de atendimento no Estado seriam necessários pelo menos dois mil servidores. “Se o secretário afirma isso não compreendemos porque a situação ainda não foi remediada. Enquanto os profissionais da saúde e nossos pacientes conviverem com essa situação estaremos atentos e vigilantes, cumprindo com nossa missão de dirigentes sindicais de cobrar para que essa situação se resolva”, conclui Cyro.

O Abraço à Saúde Catarinense integra o calendário de ações da Semana do Médico, que inclui a suspensão de atendimento a planos de saúde sem acordo com o COSEMESC.
Fonte : Taciana Giesel



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