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Adesão à mobilização dos planos de saúde no RS é de 80%



19/10/2012
Cerca de 80% dos médicos credenciados aos seis planos de saúde alvo da mobilização, iniciada na segunda-feira (15), aderiu ao movimento proposto pela Comissão Estadual de Honorários Médicos (CEHM-RS), formada pelo Sindicato Médico do RS (Simers), Conselho Regional de Medicina (Cremers) e Associação Médica (Amrigs). O balanço do movimento foi divulgado na tarde desta quarta-feira (17), no terceiro e último dia da paralisação, pela CEHM-RS, durante reunião semanal, realizada no SIMERS.

O resultado é uma estimativa dos levantamentos feitos pelas três entidades com médicos consultados no Estado entre os dias 15 e 17. A suspensão de consultas e procedimentos eletivos atingiu as operadoras SulAmérica, Geap, Saúde Caixa, Cabergs, DoctorClin e Centro Clínico Gaúcho. .

Na avaliação do coordenador da comissão e diretor do SIMERS, Jorge Eltz, a mobilização atingiu seu objetivo. "A suspensão dos atendimentos não urgentes tinha o objetivo de pressionar os planos que não apresentaram propostas de valorização dos médicos e respeito à autonomia do ato médico a negociar com a comissão", afirmou Eltz. Ele lembra que após a aprovação da paralisação, na assembléia realizada no dia 1º de outubro, algumas operadoras buscaram a CEHM-RS para conversar.

Foram elas: Doctor Clin, SulAmérica e Centro Clínico Gaúcho. O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge-RS), Francisco Antônio Santa Helena, também se reuniu com a comissão. Nesta quarta-feira (17), a CEHM-RS se reuniu com a representação da Geap.

"Sempre estivemos e estamos abertos a conversar. O protesto nacional da categoria é um alerta para a crescente desvalorização do médico e insatisfação dos profissionais em relações as operadoras", disse Eltz. O coordenador da CEHM-RS destacou ainda que os médicos seguem mobilizados em busca de negociações que atendam a pauta de reivindicações.

As principais reivindicações: adoção pelas operadoras da última edição da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) plena para consultas e procedimentos (que é a referência da categoria e formulada pelo setor); consulta de R$ 80,00; a não intervenção das operadoras no trabalho médico, preservando sua autonomia; e a contratualização com reajustes anuais.
Fonte : SIMERS



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