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PA: governo quebra acordo e detona nova crise da saúde no Estado


Foto: Sindmepa
PA: governo quebra acordo e detona nova crise da saúde no Estado
Os médicos consideram quebra de acordo as medidas administrativas do governo do Estado estabelecidas no decreto 503.


12/11/2012
Em assembleia geral realizada na última quinta-feira (08), na sede do Sindmepa, reunindo médicos da Santa Casa, Hospital de Clínicas e Hospital Abelardo Santos, a categoria decidiu que vai reagir com rigor se o governo do Estado concretizar ameaças de quebra de acordo celebrado com a categoria em 2011- o que representa redução significativa de honorários duramente conquistados pelo movimento.

Os médicos consideram quebra de acordo as medidas administrativas do governo do Estado estabelecidas no decreto 503, de agosto de 2012, que só agora foram amplamente divulgadas pelo Executivo. Todos os hospitais do Estado receberam ofícios da Secretaria de Administração com orientações sobre os ajustes necessários “para se manter o equilíbrio orçamentário e financeiro dos gastos públicos”.

O governo justifica que os cortes são necessários para manter o Estado no limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os cortes em horas extras, pagamentos de gratificações de tempo integral, plantões e sobreavisos atingem em cheio os servidores da saúde de um modo geral, em especial os médicos. “A redução de plantonistas sobrecarrega os profissionais que se mantém nos plantões, não só médicos, mas também de outras categorias, como os técnicos em enfermagem”, explica o diretor administrativo do Sindmepa, João Gouveia.

A reação da categoria médica vai incluir a recusa em realizar plantões extras, greve e, se necessário, entrega dos cargos. No próximo dia 14, quarta-feira, haverá um ato público, às 8 horas, na frente da Santa Casa, onde os médicos estarão munidos de faixas, camisas e carta aberta com explicações sobre o mote do protesto: 'Governador, o senhor nos enganou'. Espera-se a adesão de outras categorias que também estão sendo prejudicadas pela decisão do governo.
Fonte : Sindmepa



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