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RS: sem receber 13º, servidores do Centenário podem parar


Foto: Divulgação/Internet
RS: sem receber 13º, servidores do Centenário podem parar
O Sindisaúde e Sindicato dos Enfermeiros do RS (Sergs) farão vigília em frente ao Centenário.


28/12/2012
Servidores da saúde que atuam no Hospital Centenário podem parar a partir do meio-dia deste sábado, 29, caso a prefeitura de São Leopoldo não pague o 13º salário, cujo prazo venceu em 20 deste mês. O Sindicato Médico do RS (SIMERS) informa que os médicos estão apoiando o movimento, mas não chegarão a fazer paralisação.

A categoria também não recebeu o 13º. Nesta sexta-feira, 28, o Sindisaúde e Sindicato dos Enfermeiros do RS (Sergs) farão vigília em frente ao Centenário, a partir do final da manhã até a tarde, para denunciar a irregularidade à população. O período do protesto, justamente no horário bancário, servirá para verificar se a prefeitura cumprirá a promessa de que quitará o atrasado ainda nesta sexta.

A greve, que já foi comunicada oficialmente à gestão, será deflagrada caso não ocorra o pagamento. Serão mantidos, em caso de paralisação, o número mínimo de profissionais ao atendimento. Desde a semana passada, os servidores esperam que a prefeitura faça a quitação. A manifestação é liderada pelo Fórum de Entidades que representam as categorias de servidores. Somente no Centenário são 1,1 mil funcionários, sendo 900 das categorias que aprovaram a greve.

O município chegou a indicar, desde novembro, que os servidores - cerca de 6 mil em todo o quadro da administração (que inclui o hospital) - fizessem empréstimo no Banrisul para adiantar os valores. Quem não desejasse, receberia os valores normalmente.

Além de não fazer os pagamentos, já que os funcionários não são obrigados a contrair o financiamento, a prefeitura não teria firmado contrato com o banco para garantir que o débito será coberto pela administração, informou opresidente do Sindisaúde, Andrei Rex, citando que muitos servidores retiraram empréstimo e tiveram de pagar do próprio bolso.

"O juro é de 1,5% ao mês mais IOF. Quem está tendo de custear é o servidor. Não existe contrato entre a prefeitura e o banco assegurando a cobertura da operação", explicou Rex. O atual prefeito, Ary Vanazzi, que preside a Federação dos Municípios do RS (Famurs), não elegeu sucessor do seu partido, o PT.

A diretora do SIMERS, Clarissa Bassin, que lamentou a situação de desrespeito e irresponsabilidade com a gestão de pessoal em um dos municípios mais ricos do Estado, citou que a intenção é procurar o futuro prefeito Aníbal Moacir (PSDB) para buscar a garantia de normalidade dos repasses. No começo de dezembro, Clarissa cobrou posição da Secretaria da Saúde sobre a incerteza dos pagamentos, e a resposta foi de que não haveria problema.

Férias que devem ser pagas em janeiro também passam a ser alvo de preocupação. Outro temor surge em relação aos depósitos dos salários de dezembro, que devem ser pagos até dia 31. O Sindisaúde já ingressou na Justiça com mandado de segurança preventivo para assegurar os depósitos dos servidores.
Fonte : SIMERS



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