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RS: sindicato integra Movimento Saúde +10


Foto: Jefferson Bernardes e Diego Castro
RS: sindicato integra Movimento Saúde +10
O grupo defende a aplicação mínima de 10% das receitas correntes brutas federais para o setor saúde.


29/01/2013
O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, afirmou que a falta de investimentos em saúde por parte da União gera prejuízos em cadeia. No entender dele, somente a pressão popular fará o governo repensar suas prioridades.

A manifestação ocorreu durante o seminário “O Financiamento da Saúde no Brasil e no Mundo”, evento organizado pelo Movimento Saúde +10, na abertura do Fórum Social Temático, no plenarinho da Assembleia Legislativa, no último dia 26 de janeiro.

O grupo defende a aplicação mínima de 10% das receitas correntes brutas federais para o setor saúde.“Do ponto de vista econômico, é estupidez não investir em saúde, pois há prejuízos em cascata. O pai de família que sobre acidente vascular cerebral pela falta do remédio para a pressão alta fica paralisado, obriga a esposa a largar o emprego pára cuidá-lo e o filho deixa a escola para sustentar a família”, destacou Argollo.

“As coisas na política só funcionam sob pressão, e enquanto ela não existir o Planalto prefere destinar mais de 40% de seu orçamento aos juros e amortizações da dívida”, completou.

O presidente da Fenafar e organizador do Saúde +10, Ronald Pereira dos Santos, foi na mesma linha: “A história nos mostra que as grandes mudanças são fruto da mobilização de amplos setores da sociedade brasileira”, relatou.

Mais de 700 mil assinaturas já foram coletadas para o ingresso de Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure 10% à Saúde. O objetivo é chegar a 1,5 milhão de assinaturas, a serem entregues ao Congresso em grande ato público, no dia 10 de abril.

Atualmente, a União é obrigada a aplicar na pasta somente o valor do ano anterior, somado à variação nominal do PIB. Segundo a vereadora da capital e coordenadora da mesa do seminário, Jussara Cony, sem saúde não há desenvolvimento. “O próprio SUS é resultado de emenda popular, e o povo agora precisa reafirmar sua força”, disse.

O pediatra e sanitarista Gilson Carvalho, um dos maiores estudiosos do Sistema Único de Saúde, palestrou às dezenas de pessoas presentes logo após os pronunciamentos da mesa de abertura. Ele mostrou de maneira inequívoca a necessidade de mais recursos para a assistência. “O gasto per capita da saúde caiu desde 1997 e o país investe neste ministério 3,8% do PIB, enquanto que a média dos outros países é de 5,5%”, demonstrou.

No final do dia, os integrantes do Movimento Saúde +10 participaram de uma marcha que saiu do Largo Glênio Peres até o Anfiteatro Por do Sol.
Fonte : SIMERS



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