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PE: entidades cobram o fim da crise das maternidades


Foto: Simepe
PE: entidades cobram o fim da crise das maternidades
A secretaria-geral do Simepe explica que “temos a superlotação das maternidades, déficit de leitos com 300% sobre demanda de pacientes.


31/01/2013
Na tarde da última terça-feira (29) o vice-presidente do Simepe, Fernando Cabral, a secretária-geral, Cláudia Beatriz e o diretor de Políticas de Saúde Suplementar do Sindicato, Walber Fernandes, junto ao 2º secretário do Cremepe, Roberto Tenório se reuniram na sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), na Boa Vista/Recife. A reunião foi marcada para discutir a crise das maternidades do Estado. O grupo foi recebido pelo promotor de Saúde Clóvis Sodré e pela analista ministerial e médica, Ana Carolina Thé.

Em 2012, cerca de dois anos atrás, foi feito um concurso público para completar a escala de médicos. Foram abertas mais de 50 vagas para neonatologistas. Os profissionais fizeram a prova e passaram no concurso, porém o edital não foi gerado e até hoje ninguém foi chamado. Esse foi um dos primeiros argumentos da equipe de médicos que também estavam em busca da abertura de novos leitos, da formação de centros de referência, da contratação de novos profissionais ou a nomeação dos concursados. Além de inteirar a escala de profissionais.

O problema ocorreu, entre outros fatos, porque desde o início de janeiro, os médicos neonatologistas foram transferidos para as UTIs e UCIs, ou seja, esse tipo de profissional se tornou ‘escasso’ nas maternidades. Além disso, a secretaria-geral do Simepe ainda explicou a situação, “temos a superlotação das maternidades, déficit de leitos com 300% sobre demanda de pacientes, quando o médico fica sobrecarregado, somado a falta de equipamentos, é impossível qualquer profissional trabalhar”. Fernando Cabral ainda completou dizendo que com a quantidade de trabalho e falta de condições “os médicos acabam pedindo exoneração do cargo”.

Entre as unidades mais comprometidas, atualmente, estão os hospitais Barão de Lucena, Agamenon Magalhães, das Clínicas e o Imip. Todos apresentam os mesmos problemas, segundo a diretoria do Barão de Lucena os leitos estão sobrecarregados e não há médicos da escala para atende-los, fato que se repete na HAG, HC e Imip. Os médicos também mostraram os dados do centro de regulação de leitos para o promotor, que ficou surpreso com os números.

Ele disse que não sabia que existiam profissionais concursados esperando a nomeação, por isso tinha concordado com o secretário da saúde em fazer novos concursos. Já virou manchete na revista institucional da sec. de saúde “Novo Concurso e mais médicos no hospitais”, entretanto, não tem lógica fazer um novo processo seletivo se os concursados anteriores não foram chamados e os hospitais estão sofrendo com a falta deles.

Por fim, o promotor Clóvis explicou que irá conversar sobre estas vagas de escalas e a crise das maternidades com Antônio Figueira, secretário de saúde do Estado. “Eu tratarei a informação das escalas incompletas nos Hospitais, onde falarei sobre os profissionais concursados”. Por fim, a ideia que surgiu era marcar uma reunião com as entidades médicas, o ministério público e o secretário de Saúde do Estado.

Mais uma vez os médicos de Pernambuco vão esperar as providências do Estado
Fonte : Simepe



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