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Cremego, AMG e Simego se unem e criam o Comitê das Entidades Médicas de Goiás


Foto: Cremego
Cremego, AMG e Simego se unem e criam o Comitê das Entidades Médicas de Goiás
O Comitê, que reúne representantes das três entidades, nasce para intensificar as ações em prol da valorização dos médicos e para fortalecer o trabalho do Conselho, Associação e Sindicato em defesa da classe médica goiana.


18/02/2013
Em uma reunião realizada na última quinta-feira (14) na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) e considerada pelos participantes como um momento histórico para a classe médica, os presidentes e diretores do Cremego, da Associação Médica de Goiás (AMG) e do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) aprovaram por unanimidade a criação do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás. A nova entidade, que vai reunir o Cremego, AMG e Simego, simboliza um novo marco no movimento representativo dos médicos goianos e nasce com a missão de unificar, fortalecer e ampliar o trabalho das três principais entidades representativas da categoria no Estado.

A proposta de criação do comitê foi apresentada pelo presidente do Cremego, Salomão Rodrigues Filho, que abriu a reunião citando as principais dificuldades enfrentadas atualmente pela classe médica e ressaltando a necessidade e a importância da união das entidades para o desenvolvimento de um trabalho conjunto em defesa dos médicos, em prol da valorização da medicina e, consequentemente, pela melhoria da assistência à população.

Salomão observou que a classe médica tem sido muito penalizada por problemas, como a falta de regulamentação da medicina; as más condições de trabalho, principalmente no setor público; acusações veiculadas pela imprensa; a baixa remuneração; a proliferação de escolas médicas sem condições de funcionamento e a pressão do governo federal pela revalidação automática de diplomas de profissionais formados no exterior.

São problemas, que segundo o presidente do Cremego, ameaçam a dignidade da classe médica e exigem ações sinérgicas das entidades. "Por isso, estamos propondo a criação deste comitê com a participação das três entidades para elaborar, articular e implementar políticas médicas de defesa da categoria e da assistência ao público", disse.

Ele observou que o novo comitê, cuja criação foi aplaudida e elogiada pelos participantes da reunião, vai atuar de forma coletiva, sem individualismo. Cada entidade terá três representantes – entre eles o presidente de cada uma - e um suplente no comitê. "As entidades preservarão sua individualidade e autonomia, mas vão trabalhar em conjunto", afirmou Salomão Rodrigues Filho.

- AMG apoia e elogia a criação do comitê

Presidente da AMG, Rui Gilberto Ferreira, apoiou e elogiou a criação do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás. Ele agradeceu ao Cremego e ao Simego o convite feito à AMG para integrar a nova entidade e ressaltou que esse trabalho conjunto representará um marco histórico para o movimento médico em Goiás.

"A AMG está pronta para contribuir com o comitê, que acreditamos que terá um trabalho eficiente, maduro, ágil e democrático", afirmou Rui Gilberto, para quem os interesses da classe médica são "infinitamente superiores a qualquer eventual divergência entre as entidades".

O presidente da AMG afirmou ter profundo respeito pelo Cremego e pelo Simego, assim como por seus representantes, e disse que a Associação Médica de Goiás vai participar do comitê. A AMG apresentou uma minuta do regimento da nova entidade que será analisada pelo Cremego. AMG e Simego na próxima segunda-feira, dia 25.


- Comitê vai fortalecer as entidades,diz Simego

O presidente do Simego, Leonardo Mariano Reis, cumprimentou o presidente do Cremego, Salomão Rodrigues Filho, pela proposta de criação do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás. Ele lembrou que o Simego já atua em conjunto com o Cremego e que o trabalho do sindicato trouxe enormes ganhos e conquistas para a classe médica.

"Temos trabalhado muito em prol dos médicos, mas também temos enfrentado limitações", disse, se referindo, por exemplo, à crescente entrada no mercado de trabalho de médicos formados por escolas de má qualidade, à má remuneração dos médicos e à exploração do trabalho médico por operadoras de planos de saúde.

Segundo Leonardo Reis, esses problemas são grandes e tendem a ficarem maiores, por isso, as entidades médicas precisam estar unidas para enfrentá-los. E o comitê, segundo ele, vem proporcionar essa união e ampliar a voz em defesa dos médicos. "Juntos, vamos discutir e defender os interesses coletivos dos médicos", afirmou.


- Entidades terão uma pauta unificada de reivindicações

Confira as principais reivindicações que vão nortear o trabalho inicial do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás:

1) Aprovação do Ato médico, o projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina e tramita há dez anos no Congresso Nacional;

2) Remuneração do médico – adoção pelos empregadores do piso salarial proposto pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e a adoção pelas operadoras de planos de saúde da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM);

3) Não à revalidação automática de diplomas de médicos formados no exterior;

4) Melhoria da qualidade do ensino médico e o fim da abertura indiscriminada de escolas médicas.
Fonte : Cremego



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