Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

DF: Governos X médicos


Foto: Divulgação/Internet
DF: Governos X médicos
Ministério Público Federal (MPF) considerou ilegítima e inconstitucional a atuação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) dentro dos hospitais universitários.


26/03/2013
Como no Distrito Federal, médicos de todo o país seguem lutando pelos planos de carreira e por reajustes salariais. Enquanto as negociações chegam a bom termo na Bahia, em Alagoas a situação chegou ao auge com o pedido do gabinete do governador de abertura de processo administrativo contra 400 médicos, número que corresponde a um quarto dos médicos do estado.

Enquanto isso, em Brasília, o Ministério Público Federal (MPF) considerou ilegítima e inconstitucional a atuação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) dentro dos hospitais universitários. Segundo informação do Jornal Coletivo, de Brasília, o MPF entrou com uma ação civil para anular o contrato firmado entre a reitoria da Universidade de Brasília e a Ebserh para administração do Hospital Universitário de Brasília (HUB).

O MPF também pediu liminar para suspensão imediata dos efeitos do contrato e da adesão do hospital universitário à empresa. O Ministério Público alega que o contrato ofende a autonomia didático-científica, de administração, de gestão financeira e de patrimônio dos hospitais universitários previstas na Constituição Federal.

Médicos baianos fecham acordo

Em assembleia realizada na última semana, os médicos baianos aceitaram o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) nos termos propostos pelo governo do estado da Bahia, mas decidiram continuar em estado de greve até que o plano seja transformado em lei.
Clique aqui e conheça a proposta de PCCV apresentada pelo governo baiano.

Médicos potiguares seguem negociando

O Sindicato dos Médicos potiguar continua as negociações salariais com o governo do estado. O governo assegurou a incorporação da Gratificação de Desempenho de Alta Complexidade (GDAC) para os 319 médicos que ainda não haviam sido contemplados com ela. Mas o reajuste salarial da categoria continua pendente. O governo ofereceu 6% retroativos a fevereiro de 2013 e os outros 6% em fevereiro de 2014. O sindicato insiste no reajuste integral.

Alagoas em pé de guerra

O Sindicato dos Médicos (Sinmed) de Alagoas pediu a intervenção do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para intermediar o impasse entre os governos de Alagoas e de Maceió e cerca de 1.600 médicos daquele estado. Os movimentos grevistas da capital e do estado já duram mais de 100 dias e, segundo informações da imprensa alagoana, o governo estadual pediu a abertura de processos administrativos contras 400 grevistas.

Diante do impasse, dezesseis cirurgiões que prestam serviço para o Hospital Geral do Estado (HGE) e para a Unidade de Emergência (UE) do Agreste assinaram pedido de demissão em protesto às péssimas condições de trabalho.
Fonte : Sindmédico-DF



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1095 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade FENAM
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da FENAM




Enquete

Você é filiado ao seu sindicato?


Não
Sim
Opa, selecione uma op��o.









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)